1 Administração Sistemas de InformaçãoFACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. Administração Sistemas de Informação Professora: Mestranda Ana Paula Cossmann Curso: Administração Disciplina: Administração Sistemas de Informação 5º período
2 Autores: Jane Price Laudon Kenneth C. Laudon
3 Livros Ana
4 Conceitos “A inteligência artificial é o esforço para desenvolver sistemas (hardware e software) que se comportem como seres humanos. Esses sistemas seriam capazes de aprender linguagens naturais, realizar tarefas físicas coordenadas (robótica), utilizar um instrumento que informe seu comportamento físico e linguagem (sistemas de percepção visual e oral) e emular a perícia e o processo de decisão humanos (sistemas especialistas). (Kenneth Laudon e Jane Laudon p.338, 2004)”
5 Inteligência Artificial (IA) é um ramo da ciência da computação que se propõe a elaborar dispositivos que simulem a capacidade humana de raciocinar, perceber, tomar decisões e resolver problemas, enfim, a capacidade de ser inteligente. (http://www.tecmundo.com.br/intel/1039-o-que-e-inteligencia-artificial-.htm)
6 Para O´Brien (2004, p. 299), inteligência artificial é um campo da ciência e da tecnologia fundamentado nas disciplinas de informática, biologia, psicologia, linguística, matemática e engenharia. A inteligência artificial tenta reproduzir os dons naturais humanos como raciocinar, aprender e solucionar problemas em funções computacionais.
7 Em 1981, os japoneses anunciaram o projeto Fifth Generation, um plano de 10 anos para montar computadores inteligentes por meio da utilização do Prolog. Em Resposta, os Estados Unidos constituíram a Microelectronics and Computer Technology Corporation (MCC) como um consórcio de pesquisa projetado para assegurar a competitividade nacional.
8 Em ambos os casos, a IA fazia parte de um amplo esforço, incluindo o projeto de chips e a pesquisa da interface humana. O primeiro sistema especialista comercial bem sucedido, o R1, iniciou sua operação na Digital Equipament Corporation (DEC). O programa contribuiu para configurar pedidos de novos sistemas de computador; em 1986, ele já fazia a empresa faturar cerca de 40 milhões de dólares por ano.
9 Em 1988, o grupo de IA da DEC já possuía 40 sistemas especialistas entregues, com outros sendo produzidos. (CHARNIAK; MCDERMOTT, 1985). A Du Pont tinha 100 desses sistemas em uso e 500 em desenvolvimento, economizando aproximadamente 10 milhões de dólares por ano. Quase todos os conglomerados importantes dos Estados Unidos possuíam seu próprio grupo de IA e estavam usando ou investigando sistemas especialistas. (Revista Olhar Científico –Faculdades Associadas de Ariquemes –V. 01, n.2, Ago./Dez. 2010).
10 Sistemas de inteligência artificial de sucesso são baseados em perícia, modelos selecionados de raciocínio e conhecimento humano, mas não exibem a inteligência dos seres humanos (Laudon & Laudon pag.338, 2004)
11 Família da inteligência artificialFamília da inteligência artificial. O campo da IA inclui muitas iniciativas, segue:
12 Por que as empresas estão interessadas na IAEmbora as aplicações de IA sejam muito mais limitadas do que a inteligência humana, elas despertam grande interesse para as empresas pelas seguintes razões: -Para armazenar informações de maneira ativa; -Cria mecanismos não sujeitos a características humanas; -Elimina tarefas enfadonhas e rotineiras para pessoas; -Aprimora a base de conhecimento da organização; -Gera solução para problemas específicos.
13 Captura do conhecimento: Sistemas EspecialistasSistemas especialistas são sistemas de informação que resolvem problemas capturando conhecimento para um domínio muito específico e limitado da perícia humana. Um sistema especialista pode auxiliar o processo de decisão fazendo perguntas relevantes e explanando as razões para se adotarem determinadas ações. Falta aos sistemas especialistas a abrangência do conhecimento e do entendimento dos princípios fundamentais que um perito humano possui.
14 Como funcionam os sistemas especialistasUm sistemas especialista é baseado em regras, ele manipula o conhecimento. Programas convencionais manipulam dados
15 Exemplos de sistemas especialistasRobótica: Montagem de automóveis Sistemas de visão: sensores de presença; Processador de linguagem natural: reconhecimento de voz. Sistema de aprendizado: jogos inteligentes
16 Inteligência organizacional: raciocínio baseado em casosSistemas especialistas capturam primordialmente o conhecimento de especialistas individuais, mas organizações também têm perícia e conhecimento coletivos que adquiriram e desenvolveram com o passar dos anos. Esse conhecimento organizacional pode ser capturado e armazenado utilizando raciocínio baseado em casos. (Laudon & Laudon pag.343, 2004).
17 Três poses do robô Atlas, da Boston Dynamics, empresa comprada pelo Google. FOTO: Divulgação
18 Renato Cruz ESPECIAL PARA O ESTADOCom o auxílio de máquinas, uma pessoa consegue fazer o trabalho de várias, aumentando a eficiência. Mas não é só isso. A tecnologia permite reduzir erros e encurtar prazos, além de fazer coisas que não seriam capazes de ser feitas a mão. A robotização das fábricas já vem do século passado. Mais recentemente, empresas têm adotado sistemas especialistas, que conseguem tomar decisões a partir de um volume de dados que um profissional humano dificilmente conseguiria abarcar.
19 Estudo da consultoria BCC Research apontou que o mercado de “máquinas inteligentes” somou US$ 5,3 bilhões em 2013, e deve chegar a US$ 15,2 bilhões em 2019, o que representa um crescimento médio anual próximo de 20%. Apesar de usar a palavra máquinas, o estudo também inclui software, abarcando sistemas especialistas, robôs autônomos, assistentes digitais, sistemas embarcados e neurocomputadores. Segundo o relatório, essas máquinas são definidas, entre outras características, pela capacidade de se adaptar e aprender a partir de mudanças em tempo real, de operar autonomamente (sem supervisão humana), e de serem capazes de se comunicar com outras máquinas.
20 A ficção é cheia de seres dotados de inteligência artificial, como o androide tenente-comandante Data, da série Star Trek; o computador de bordo HAL 9000, do filme 2001; e os ciborgues assassinos dos filmes Exterminador do Futuro. Mas, na prática, o que chegou ao mercado até agora foram sistemas muito mais simples e especializados. No ano passado, o Bradesco fechou um acordo com a IBM para ser o primeiro usuário no Brasil do Watson. O sistema de inteligência artificial ficou famoso em 2011 ao vencer humanos no programa de perguntas e repostas Jeopardy, mesmo sem estar conectado à internet. O Watson fala e entende o que as pessoas falam.
21 “Estamos começando agora”, disse Marcelo Ribeiro Câmara, gerente do Departamento de Pesquisa e Inovação Tecnológica do Bradesco. “O Watson ainda nem fala português.” As primeiras aplicações devem começar a rodar em meados deste ano. Desenvolvido em inglês, o Watson está aprendendo a língua portuguesa. O Bradesco vê potencial, a princípio, em aplicar o Watson a três áreas: atendimento a clientes, treinamento de funcionários e gestão de fortunas. Nos dois primeiros casos, a principal vantagem seria o entendimento da linguagem natural. No terceiro, a capacidade de o computador analisar um volume muito grande de dados não estruturados, como relatórios e notícias financeiras.
22 A IBM negocia atualmente outros seis acordos de uso do Watson no Brasil. Segundo Fábio Scopeta, líder do Centro de Competência Watson para a IBM América Latina, esses clientes estão nas áreas bancária, de varejo, industrial e de saúde. “O campo de saúde tem chamado muito a atenção”, disse. O Watson pode ser usado para dar assistência ao médico, já que é capaz de analisar milhares de publicações médicas antes de sugerir um diagnóstico. “Imagine que a especialidade é oncologia: o sistema tem acesso a um volume maior de informações do que o melhor profissional da área consegue ter”, explicou Scopeta. Depois de aprender o idioma português, o Watson precisa ser treinado na área de conhecimento em que vai atuar. “Uma vez que esteja treinado, ele vai aprender de forma infinita”, disse. O Watson é um exemplo do que vem sendo chamado de aprendizado de máquina, em que um sistema aprende com a própria experiência.
23 Máquinas autônomas Já existem robôs industriais que não precisam ser programados, como o Baxter, da Rethink Robotics. Ele tem dois braços mecânicos e um monitor onde seria o rosto. No lugar de programá-lo, alguém movimenta seus braços uma primeira vez para ensiná-lo como trabalhar. Ao contrário da maioria dos robôs industriais, o Baxter consegue trabalhar lado a lado de humanos, pois possui sensores para evitar que ele machuque alguém. Segundo o estudo da BCC Research, o mercado de máquinas inteligentes ainda é dominado por sistemas especialistas, que responderam por 57% das vendas em Em 2014, no entanto, a expectativa era de que fossem ultrapassados por robôs autônomos, com US$ 13,9 bilhões em vendas mundiais, comparados a US$ 12,4 bilhões dos sistemas especialistas. Os carros que não precisam de motorista, como o que está sendo desenvolvido pelo Google, são considerados robôs autônomos.
24 O robô Baxter, da Rethink Robotics. FOTO: Divulgação
25 Atualmente, muitos dos chamados sistemas especialistas são aplicações de outras tendências quentes do setor de tecnologia, como análise de dados, big data e internet das coisas. Algumas operadoras de telecomunicações, por exemplo, já têm sistemas de análise de infraestrutura que permitem prever falhas e melhorar o trabalho das equipes de campo. Bancos de investimento usam algoritmos para negociar papéis financeiros em alta velocidade, tirando vantagem de diferenças de cotações em milésimos de segundo. De acordo com reportagem da revista Wired, a Hyundai Motors conseguiu reduzir o tempo de produção de seus carros em 20%, ao adotar sistemas de inteligência artificial. Uma área importante mapeada no estudo da BCC Research é a dos assistentes pessoais digitais, como a Siri, da Apple; o Google Now; e a Cortana, da Microsoft. Há uma década pareceriam coisa de ficção científica, mas foram incorporados naturalmente à vida de milhões de pessoas.