1 António Pedro Dores, Jul 2016Lição 01 Apresentação da Sociologia António Pedro Dores, Jul 2016
2 Sociologia pós-revolucionáriaCrises financeiras , 1929, 2008: emergência, vitória e crise das nações Transformações: 2 Grandes Guerras e maio de 1968 Durkheim e Weber traduzidos por Parsons e Marx recuperado pelos europeus e pela teoria crítica Sociologias centradas centripetamente no período pós revolucionário e no financiamento dos estados-nação
3 Limites da sociologia Naturalização da globalização, como resistência pró-nacionalista Naturalização das desigualdades, como se fosse função da sociologia e das instituições sociais minimizar as desigualdades produzidas pelas sociedades e pelas economias modernas
4 Críticas epistémicas Mouzelis: Reducionismo e reificação LahirCrítica sem efeitos práticos Lahir Poder centrípeto (disposições e campos) Condições existenciais descartadas para a psicologia e as ciências de saúde Trabalho de produção de identidades desconsiderado
5 Reprodução dos limites do pensamento sociológicoApologia da modernidade Naturalização mística (centrípeta) do objecto de estudo sociedade (população) Individualismo metodológico Repugnância do biologismo e da ideologia Dissimulação (árvore evita ver a floresta, boas intenções evitam estudo dos maus resultados)
6 Reprodução dos limites do pensamento sociológico (II)Escamoteamento dos interesses dos financiadores da sociologia Política de instalação das ciências sociais Rivalidades interiores às ciências sociais Inibição do desenvolvimento das práticas científicas entre as instituições de ciências sociais (abrir as ciências sociais)
7 Reprodução dos limites do pensamento sociológico (III)Organização em projectos, em vez de em instituições Políticas de privatização dos serviços sociais Políticas de controlo financeiro das actividades espontâneas de activistas Políticas financeiras de controlo de projectos – planos plurianuais sempre interrompidos
8 Ideologias Capitalismo como financiador e limitador das ciências sociais Política da dívida aplicada aos estados e às corporações universitárias Aproximação do jubileu (Comuna de Paris e nacionalismos, Guerras Mundiais e imperialismos, e agora ???)
9 Direitos humanos Fome das crianças induzem desigualdades por 3 gerações Discriminação contra as mulheres por protecção e por violência privatizada Criminalização dos imigrantes Genocídio cultural e físico dos que ocupam territórios de extracção
10 Abrir caminhos de esperançaAbrir ciências sociais Democracia abolicionista Rendimento Básico Incondicional Justiça Transformativa Anti-extrativismo Novo constitucionalismo
11 Objecto de estudo Sociedade com processo naturalSociabilidade humana como característica da espécie Misoginia, elitismo e dissimulação como características sociais das civilizações Finalidade da ciência será escrutinar o ódio, as organizações e os preconceitos com vista a uma civilização humanizada
12 Dois modelos intelectuais para entender a sociedadeEspírito abolicionista Crítica paradigmática Espírito iluminista Ciência normal Misógina Realista Elitista Organizada Dissimulada Racional
13 Espírito abolicionista Crítica paradigmáticaRBI Espírito abolicionista Crítica paradigmática Espírito iluminista Ciência normal Individual Cidadania De todos para todos Pago por quem mais tenha Universal Nacional
14 As lutas sociais estão a mudarNovas configuratções Pedem novas teorias
15 Estrutural funcionalismo, media e explicação elitista e meritocrática Política Cultura Economia Sociedade (moderna)
16 Capitalismo IndustrialismoCrítica, relações internacionais e explicações modernistas Capitalismo Industrialismo Guerra Controlo social (segurança)
17 Futuros Imaginativos uni-vosDEMOCRACIA ABOLICIONISTA Soberania Legitimidade Interesses diversos, livres Juízos morais Iguais para todos Níveis de Realidade Social Construídos CIENCIA CENTRIFUGA ANTI-EXTRATIVISMO Corrupção Dinamismo Impunidade Privilégios JUSTIÇA TRANSFORMATIVA Depressão Esperança RENDIMENTO BÁSICO INCONDICIONAL
18 Fim http://iscte.pt/~apad http://iscte.pt/~apad/estesp