1 Aula _ Processo MuseológicoBibliografia: CANDIDO,Maria Inez. Documentação museológica. In.: Caderno de diretrizes museológicas . Brasília: Ministério da Cultura / IPHAN/ DEMU, Belo Horizonte: Secretaria de Estado da Cultura/ Superintendência de Museus, 2006. Lei , de jan/2009. Estatuto dos Museus.
2 cadeia operatória do processo museológicoPesquisa: ações de comunicação (exposições, catálogos), publicações , de público Registros: inventario de acervos, catalogação, informatização; Documentação salvaguarda Ação preventiva, mansueio; Armazenamento, Acondicionamento, guarda; Transporte Conservação Projetos socioculturais Visitas guiadas Projetos pedagógicos Ação educativa comunicação Longa duração Curta duração Itinerante Exposição
3 Documentação (salvaguarda)conceitos Documentação (salvaguarda) procedimento essencial dentro de um museu; representa o conjunto de informações sobre os objetos por meio da palavra (documentação textual) e da imagem (documentação iconográfica); “Trata-se, ao mesmo tempo, de um sistema de recuperação de informação capaz de transformar acervos em fontes de pesquisa científica e/ou em agentes de transmissão de conhecimento, o que exige a aplicação de conceitos e técnicas próprios, além de algumas convenções, visando à padronização de conteúdos e linguagens. (CÂNDIDO, 2009.p. 48) Gerenciamento da informação X Disponibilidade da informação Desafio contemporâneo
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9 Estatuo dos Museus: Lei n. 11.904, jan.2009Art. 28. O estudo e a pesquisa fundamentam as ações desenvolvidas em todas as áreas dos museus, no cumprimento das suas múltiplas competências. § 1o O estudo e a pesquisa nortearão a política de aquisições e descartes, a identificação e caracterização dos bens culturais incorporados ou incorporáveis e as atividades com fins de documentação, de conservação, de interpretação e exposição e de educação. § 2o Os museus deverão promover estudos de público, diagnóstico de participação e avaliações periódicas objetivando a progressiva melhoria da qualidade de seu funcionamento e o atendimento às necessidades dos visitantes.
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11 Etapas do projeto de um inventárioIdentificação e registro dos objetos; Classificação dos objetos; Definição de categorias de acervo; Arranjo do acervo em coleções; Pesquisa arquivística e bibliográfica; Reprodução fotográfica do acervo; Informatização do projeto de inventário (banco de dados); Ao ser incorporado a um museu, o objeto continua sua história de vida, estando sujeito permanentemente a transformações de toda a espécie;
12 DIMENSÃO PRESERVACIONAISTAPartindo-se do pressuposto de que objetos / documentos são suportes de informação, o grande desafio de um museu é preservar o objeto e a possibilidade de informação que ele contém e que o qualifica como documento. Os objetos museológicos — veículos de informação — têm na conservação e na documentação as bases para a sua transformação em fontes de pesquisa científica e de comunicação
13 PRESER VAÇÃO : Todas as considerações gerenciais, financeiras e técnicas aplicadas a retardar a deterioração, que previnem danos e prolongam a vida útil de materiais e objetos de acervos, para assegurar sua contínua disponibilidade. Inclui monitoramento e controle apropriado de condições ambientais; provisão adequada de armazenamento e proteção física; estabelecimento de políticas para exposições e Parâmetros para a Conservação de Acervos, empréstimos e procedimentos adequados de manuseio; provisão de tratamento de conservação, planos de emergência e produção e uso de reproduções. CONSERVAÇÃO: técnicas de intervenção aplicadas aos aspectos físicos de objetos de museus, arquivos e bibliotecas com o intuito de se obter estabilidade química e física, de maneira a prolongar sua vida útil e assegurar sua disponibilidade contínua. RESTAURO: Procedimentos que visam à recuperação de um estado conhecido ou presumido de materiais ou objetos, normalmente com a adição de material não-original.
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16 Processos de ComunicaçãoDe acordo com o Glossário da Revista Museu,3 AÇÕES EDUCATIVAS são: “Procedimentos que promovem a educação no museu, tendo o acervo como centro de suas atividades. Pode estar voltada para a transmissão de conhecimento dogmático, resultando em doutrinação e domesticação, ou para a participação, reflexão crítica e transformação da realidade social. Nesse caso, deve ser entendida como uma ação cultural, que consiste no processo de mediação, permitindo ao homem apreender, em um sentido amplo, o bem cultural, com vistas ao desenvolvimento de uma consciência crítica e abrangente da realidade que o cerca. Seus resultados devem assegurar a ampliação das possibilidades de expressão dos indivíduos e grupos nas diferentes esferas da vida social. Concebida dessa maneira, a ação educativa nos museus promove sempre benefício para a sociedade, em última instância, o papel social dos museus”.
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18 Museografia conjunto de ações práticas/técnicas que existem e acontecem em sinergia sistêmica – a práxis museal – é campo de conhecimento autônomo ligado ao museu – a instituição –, ao mesmo tempo que é auxiliar da museologia – a disciplina
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