1 Bloggs: Mapeando um objetoDisciplina: Ambientes Sociotécnicos para ensino/aprendizagem de línguas Profa. Dr. Maria Raquel de A. Bambirra Amanda Inês Viana Bloggs: Mapeando um objeto O uso do Twitter em ensino e aprendizagem de línguas QR Codes 101
2 Blogs: Mapeando um objetoAdriana Amaral, Raquel Recuero e Sandra Portella Montardo
3 Historia do termo: John Berger (1997): conjunto de sites que colecionavam e divulgavam links interessantes. Web + log (arquivo web). David Winner: considera o primeiro site como primeiro blog. Ferramentas de publicação: blogger + ferramenta de comentários Weblog foi escolhida como a palavra do ano pelo Merrian Webster’s Dictionary em 2004. Diário pessoal : ainda hoje considerado como o uso mais popular. John possuia um blog: robot wisdom e o termo usado por ele para a atividade de loggig the web foi web log. o pirmeiro site criado por berners-lee tinha como função apontar novos sites que eram colocados no ar. Essas ferraemntas facilitaram a publicação e manutenção dos sites que não mais exigiam o conhecimento da linguagem html e a ferramenta de comentarios foi fudanmental para a popularização dos blogs. Flog: fake blog para promoçoes de empresas Primeiro blog criado por governo: "You" was chosen in 2006 as Time magazine's Person of the Year. This award recognized the millions of people who anonymously contribute user-generated content to wikis (includingWikipedia), YouTube, MySpace, Facebook and the multitudes of other websites featuring user contribution. FTC: federal trade comission
4 Definição e conceitos Estrutural: baseada na estrutura de publicação: textos organizados em ordem cronológica reversa, datados e atualizados com alguma freqüência. # Na visão estrutural considera-se o formato, sendo “websites freqüentemente atualizados onde o conteúdo é postado em uma base regular e posicionado em ordem cronológica reversa. Os leitores sempre possuem a opção de comentar em qualquer postagem individual que são identificados com uma URL” (Schmidt (2007). #Nem todos autores se referem as ferramenta de comentários como essencial #Outra definição popular é a que aponta para o blog a partir da presença de textos organizados em ordem cronológica reversa, datados e atualizados com alguma freqüência. o critério da freqüência tbm é discutido (blood / 2002) se pergunta quanto um site deve ser atualizado para que se constitua em um blog,: que acham? * sua visão estrutural permite apreender se do blog enquanto formato para múltiplos usos e apropriações.
5 O que difere um Blog de um site?
6 Funcional: a partir de sua função primaria como meio de comunicaçãoFuncional: a partir de sua função primaria como meio de comunicação. Uma ferramenta utilizada para publicar informações para uma audiência. *Pedersen e Macafee, 2007; Marlow (2004): Uma mídia que difere das demais pelo seu caráter social expresso através do seu caráter conversacional. *Uma conversação massivamente descentralizada onde milhões de autores escrevem para sua própria audiência (Marlow, 2004:3) a visão como ferramenta é propositalmente genérica para abranger todos os usos que alguém pode fazer do sistema que são classificados por gêneros. Como forma de comunicação: espaços de sociabilidade , constituintes das redes sociais, meios de praticas jornalísticas opinativos ou informativos.
7 Conceitual: Artefato Cultural(Shah, 2005), visão antropológica e etnográfica.*Artefato cultural sendo um repositório vivo de significados compartilhados produzido por uma comunidade de ideias. Símbolo de comunhão, infinitamente mutável e gerador de referencias e narrativas mutuamente definidoras, sua legitimação se dá pela pratica vivida das pessoas que o criaram (shah, 2005) *dentre deste ponto de vista, blogs podem revelar diferentes ideias de porque as pessoas blogam e quais os motivos da midia/ meio que herdaram (Shah, 2005) *Como artefatos culturais: apropriados pelo usuário e constituídos através de marcações e motivações. Também como virtual settlement visto que são o repositório cultural de determinadas populações e grupos no ciberespaço nos quais é possível recuperar seus traçados culturais.
8 A questão da personalização“Eles (weblogs) são autorais por indivíduos (blogueiros) e percebidos como vozes pessoais não-editadas” Efimova e Hendrick (2005) Alem da estrutura, os blogs tbem são uma forma diferenciada de publicação na web (Efimova e Hendrick, 2005) Apesar de não podermos considerar os blogs unicamente como diários pessoais, há em sua apropriação um forte elemento de personalização Mesmo blogs que eram focados em links eram personalizados, cada um era uma mistura única de links, comentários e pensamentos pessoais. São formas de expressão que fortalecem a expressão individual em publico Mesmo blogs que não tem como característica a expressão da opinião do autor são personalizados pq a seleção de links que seja ainda diz algo sobre o autor.
9 Schttine (2004); Silva (2006): escrita intima; Rocha (2003): um espaço de expressão de sentimentos, que poderia ser percebido como outra forma de constituição da personalização. Schttine (2004); Silva (2006): escrita intima; Lemos ((2002), Carvalho (2002), Sibilia (2003,2004), Herrig, Scheidt, Bonus e Wright (2004): Narrativa de si; Essa narrativa é construída diante de um espaço publico, um espaço de vigilância (Sibilia, 2004; Bruno, 2005) Vário autores trazem a idéia do blog como espaço de personalização em um espaço de visibilidade que podem gerar conflitos semelhantes aos de pessoas de grande ou alguma notoriedade aqui ligados aos comentários anônimos enviados aos blogs além de distúrbios nas comunidades blogueiras:
10 Distúrbios nas comunidades blogueirasTrolls Cyberstalking Flamming Trolls: perfis que causam distúrbio às relações sociais, podem gerar debates que atraem maior participação ou atrair mais trolls. Cyberstalking: perseguidores virtuais. Flamming:perfis que vem postar mensagens deliberadamente hostis
11 Estudos sobre os usos do blogOs blogs são suportes para a comunicação mediada por computador; Os estudos sobre blogs tem um caráter fragmentário: maioria das publicações são a partir de abordagens especificas em forma de artigos. São suportes para a comunicação mediada por computador: permitem a socialização online de acordo com os mais variados interesses Carater fragmentario: a maioria das publicações sobre blogs os trata a partir de abordagens especificas e tem sido feita em forma de artigos.
12 1. Aspecto revolucionáriocoletâneas de artigos ou livros que tratam questões gerais sobre os blogs, muitos voltados para a alteração que os blogs trazem as comunicações enfatizando seu aspecto revolucionário nos títulos.
13 2. Constituição de estruturas sociaisInteração social (Ali-Hasan e Adamic, 2007; Marlow, 2006; Mishne e Glance, 2006; Recuero, 2003) Comentários como presença fundamental (Miura e Yamashita, 2007; Nardi et al., 2004) Fluxos de informação (Adar e Adamic, 2005; Gruhl et al., 2004 ) Diversos autores vão analisar os blogs a partir das redes sociais constituídas através das trocas de comentários e links, percebidos como interação social. Pesquisas apontam para o fato de que os blogs valorizam os comentários e que eles podem ser fundamentais para a manutenção do blog (Miura e Yamashita, 2007; Nardi et al., 2004) Fluxo de informação: troca de links pode gerar blogs q impactam a rede, este estudos analisam os blogs como ferramentas de publicação e os tipos de informação que são trocadas entre blogueiros (pequenos grupos em q eu leitores e comentadores trocam informações daí a figura), previsão do caminho do fluxo de informação e propagação de memes.
14 3. Blogs e jornalismo Produção, edição e distribuição e aspectos discursivos Mais eficientes e uteis no Brasil
15 Coberturas de Guerra Novo campo de batalha política
16 4. Uso de blogs pelas organizaçõesFins institucionais Fins promocionais Objetos de percepção e analise de risco para imagem das organizações. Institucionais: maior interatividade e instantaneidade na comunicação da organização com os públicos interno e externo. Possibilitar dialogo mais informal entre a organização e seu publico Promocionais: método de pesquisa mercadológica junto ao publico, promover determinado produto e serviço, a ação viral em blogs Objeto de analise: elaboração de ontologias em torno da área de interesse do cliente. Ver o q esta sendo dito em blogs a respeito da organizações.
17 5. Aspectos socio-demográficosGênero e idade dos blogueiros Mediações e interações simbólicas, identidade Alguns estudos privilegiam aspectos socio demograficos na blogosfera com destaque para idade, genero, Praticas subcultural são terreno fertil para serem examinadas em blogs
18 6. Blogs e literatura 7. Blogs como forma hibrida de entretenimento, divulgação e informação e marketing (ex.: Blogs de musica) 8. Utilização de blogs por pessoas com necessidades especiais (PNE)
19 9. Educação : instrumento do ensino básico, médio e superior;Espaço de discussão acadêmica e divulgação cientifica; Pano de fundo para a questão do conhecimento e da complexidade; Espaços moveis que podem ser acessados e constituídos independentemente do espaço físico e auxiliar nas reconstruções desses espaços.
20 Metodologias para o estudo dos blogsQuadros (2007) rastreou e analisou algumas metodologias mais utilizadas: Netnografia Análise de redes sociais Adaptação do método etnográfico para os ambientes on-line; blog como diário de campo ou ferramenta etnográfica. Nessa abordagem estudam se as redes compostas em blogs através de seus comentário e conexões e observam se características estruturais e dinâmicas dessas redes. Estudam se as características dos laços e capital social.
21 Conclusão A permanência dos blogs como ferramenta de socialização on-line e objeto de estudo na web se deve à diversidade de apropriações que os blogs suscitam. A tendência é a continua dinamização dos blogs com a introdução de novos formatos de micro conteúdo (Twitter, Pownce, Jaiku) e, assim, novas investigações sobre os mesmos.
22 O Uso do Twitter em ensino e aprendizagem de linguasEsra Harmandaoglu
23 Microblogs Interação em tempo realPequenas mensagens (updates): ate 200 caracteres Pessoas usam microblogs para falar de suas atividades diárias e buscar e compartilhar informações Updates mais freqüentes que blogs.
24 Historia Fundado em 2006 por Jack Dorsey, Evan Williams e Biz Stone Twich (vibração, em tradução livre) Twitter O nome surgiu como twich (vibração, em tradução livre) primeiro, mas não agradou. Em uma busca por um nome parecido surgiu Twitter que em inglês tem dois significados: “uma pequena explosão de informações inconseqüentes” e “pios de pássaros”
25 Ate 140 caracteres Pergunta inicial: o que esta acontecendo? Hashtags retwittar Autor destaca importância de ter duas contas caso queira uma conta profissional.
26 Hashtags: Organizar as informações por assunto;User name: notificar a pessoa.
27 Porque usar o twitter em ensino de línguas?Relevância Rapidez Estilo distinto Conversação 1. Muitos estudantes já usam o twitter em sua L1, podem querer em L2. A idéia do twitter é ser conciso, o que faz com que seja veloz, podendo ser acrescentado em outras atividades dentro e fora de sala A escrita em 140 caracteres tem características diferentes de outros estilos, mesmo sendo curto, ainda é diferente do sms, abreviações não são comuns O twitter imita um bate papo por ser uma sucessão de comentários .
28 Pontos positivos do uso do twitter em educaçãoMuda a dinâmica da sala Bom para pequenos anúncios Requer resumo ou síntese Possibilita uma idéia de como são as pessoas fora da sala O professor pode postar anotações das aulas Professores estão disponíveis Alunos mais tímidos ficam mais confortáveis e são ouvidos
29 Como usar o Twitter no ensino de língua estrangeira?Professor Alunos Alunos Alunos na mesma sala Alunos Alunos em outros países Grupos Pares Em sala ou fora Com twitter todos esses atores podem compartilhar e procurar informação De forma sincrônica (fórum) ou assincrônica (chat)
30 Tweets podem ser usados para perguntar e procurar pontos de vistas instantâneos na web.
31 Professores podem usar o Twiter para implementar aprendizado por tarefas, interatividade e aprendizado colaborativo que encoraje os estudante a alcançarem um objetivo comum trabalhando juntos ao invés de com o professor, que teria um papel de facilitador e guia.
32 Fora da sala de aula Leitura:1. Seguir a vida de alguém que o estudante conhece fora do país e escrever um relatório; 2. Ler um livro q foi tweetado; tweetar um livro que estão lendo ou co- criar/continuar uma historia.
33 Manter um diário de aprendizagem e compartilhar. Escrita: Brainstorm um tema para preparar para aproxima aula ou durante um tempo; Manter um diário de aprendizagem e compartilhar. Bater papo com colegas ou estudantes de outras escolas/ países sobre tópicos da aulas.
34 Ouvir podcasts e escrever um resumo Oral: Audição: Ouvir podcasts e escrever um resumo Oral: Quando fora do pais mandar tweets de áudio contando suas experiências. Autora cita boo (podcast)
35 Durante as aulas Leitura:A aula silenciosa: ninguém pode interagir oralmente por 20 minutos e toda interação entre alunos e professores acontece no twitter.
36 Escrita: Estudantes devem deixar uma pergunta tweet cada um antes ou durante a aula, e o professor responde oralmente. Escrever resumos baseados em leituras ou áudios de maneira concisa (140 caracteres). Escrever, ensaiar e enviar um podcast, organizar pesquisa de opinião com o twtpoll.com Escrever uma lista de afazeres.
37 Listening: Usar o computador da sala para TTS ou fazer playback de tweets e os alunos comentam ou repetem o que ouviram. Speaking fazer um tweet ao vivo: enquanto ouvem o professor, alunos tweetam ao vivo para alunos em outro pais ou simplesmente ajudam outros alunos que precisem de ajuda em tradução ou interpretação em sua língua.
38 Conclusão A vantagem de uma ferramenta como o twitter na educação é ser instantânea e direta ao ponto. O uso de twitter em ensino de língua estrangeira pode ser muito inovador e efetivo desde que usado apropriadamente.
39 Helen Cromptom, Jason LaFrance, Mark Van’t HootQR codes 101 Helen Cromptom, Jason LaFrance, Mark Van’t Hoot
40 x O que é um QR code? Quick-response code : código de resposta rápidaCódigo escaneável bidimensional x Qr code podem armazenar ate caracteres. Códigos de barra podem armazenar ate 20 dígitos
41 Podem armazenar: Textos URLs para sites ou multimídia (vídeos, etc.)Coordenadas de mapas Números de telefones ou contatos. O texto começa com um exemplo de visita guiada a um museu. Um grupo sem e outro com QR codes dando informações extras sobre as peças do museu
42 Em sala de aula Acesso a conteúdo extra: links para atividades e sites; Economiza tempo em aula por acelerar as atividades. QR codes saõ versáteis e podem extender o ensino e aprendizado para fora da sala de aula.
43 Como ler um QR Code? Aparelho com câmera Acesso à internetApp de leitura de QR code. Tudo que vc precisa é: Pode ser qualquer aparelho: celular, tablet, PDA, notebook c web cam. Os app são geralmente gratuitos e geralmente já baixam a versão de leitor compatível com o seu aparelho. Geralmente é só abrir o app e já escaenar o código. o leitor converte a informação embeded e seu aparelho ira fazer a ção programada no codigo.
44 Leitores de QR codes: Bee tagg i-nigma Kaywa Quickmark ScanlifeTodos se encontram na app store e na google play.
45 Geradores de QR codes BeeTagg BeQRious Delivr KAYWA MaestroMobile Barcodes QR Stuff Vc pode gerar um QR code em qualquer computador com acesso a internet para acessar os sites citados. Alguns programas lêem e criam o código
46 Como criar um QR Code Encontre um gerador de QR codeEscolha o tipo de código que quer criar Coloque a informação Clique “Gerar código” O QR code deve aparecer na sua tela, você pode salvar para uso futuro.
47 Criando um QR code Fiz este online, nem precisei baixar o app. Utilizei o prieiro que abriu (QR code generator) e deu essas opções. Um QR code dinâmico seria
48 Vários tipos de QR codes
49 Experimente!
50 Dicas para evitar problemas:Imprima em pelo menos um polegada. Não corte muito perto das bordas Use uma URL curta Cole em superfícies lisas Teste primeiro Tudo para garantir que vários leitores consigam ler. Existem programas de compactar url (bit.ly)
51 QR code em sala de aula Displays interativos Promova um livroConheça o autor Acessar a net mais facilmente, sem digitar a URL.
52 Conectar artefatos analógicos com digitais; Checar respostas Prover links para aulas e atividades perdidas Alunos criam uma atividade analogica e einclui-se um codigo para dar um toque digital Pode se ter um q code com respstas depois de ompletar uma atividade. Links com as atividade dadas em uma aula para os que não uderm ir
53 Fora de sala! Guiar tours históricos Criar caças ao tesouroOferecer ajuda para atividades de para casa. trazer matemática à vida real. Aprendizagem em field trips é passiva, geralmente, porem, atividades bem planejadas incluídas em QR codes podem transformar a experiência em algo empolgante. Os alunos podem criar tours históricos d suas cidades natal ou lugares importantes e criar um encadernado de QR codes. (vídeos criados por alunos e mais links de mapas e vídeos já existentes na net. Os próprios alunos podem criar caças q ensinem um conceito maior. A tarefa poderia começar com uma pergunta de amplo alcance e QR codes em diferentes locais poderiam dar pequenas informações. Os homeworks poderiam ter QR codes q levassem a vídeos no youtube por exemplo. Alunos poderiam estudar arquitetura e formatos geográficos e ângulos nas comunidades e então relacionar com QR codes que levem a definições e exemplos online.
54 Conectar com a comunidadeEnriquecer a mensagem do diretor Guiar tours escolares Linkar informações importantes da escola Levantar fundos Conduzir pesquisas instantâneas Dar fácil acesso ao calendário escolar Promover eventos escolares. Os lideres escolares podem dar um up nas comunicações c família e comunidade em geral.
55 Mais informações, acesse os códigos!Helen Crompton Jason LaFrance Mark Van’t Hooft Extras
56 Muito Obrigada!
57 Referências bibliográficasAMARAL, A.; RECUERO, R.; MONTARDO, S. P. Blogs: mapeando um objeto. In: Blogs.Com: estudos sobre blogs e comunicação. São Paulo: Momento Editorial, p HARMANDAOGLU, E. The use of Twitter in language learning and teaching. ICT for Language Learning, 5th edition s/p. CROMPTON, H.; LAFRANCE, J.; VAN'T HOOFT, M. QR Codes 101. Learning and Leading with Technology. Canada: ISTE - International Society for Technology in Education p