1 DOENÇA DE GUMBORO Profa Dra Helena Lage Ferreira Disciplina: ZMV-1360Curso: Medicina Veterinária
2 IMPORTÂNCIA ECONÔMICADoença de notificação para OIE Alta mortalidade - Alta morbidade Imunossupressão Infecções secundárias Refugos Vacinação Medidas de controle
3 HISTÓRICO 1980 Variantes virais (Delmarva, EUA)Vacina oleosa (matrizes) Anticorpos maternos (Cloud, 1985) Localidade de Gumboro (EUA) Cosgrove (1962) 1962:Confundida com Bronquite infecciosa 1970: Hitchner propos o nome para a doença IBDV pelas lesões patognomônias na bursa 1987: Emergência de variantes em diversos países (holanda, africa, asia, brasil) devido a pressão de seleção. 1970 Lesões na Bursa (Hitchner) Imunossupressão em aves jovens Allan et al. (1972) 1987 vvIBDV Alta mortalidade (Chettle et al., 1989)
4 A DOENÇA NO BRASIL Estado de São Paulo 1975 - 1980 – 15 estados1º isolamento e caracterização do vírus (Saukas, 1978) – 15 estados prevalência de 72,8% (Oliveira et al, 1981) 177 plantéis de frangos de corte MG - positividade de 88,6% (Oliveira et al, 1987) Isolamento de vírus altamente virulentos (Di Fábio, 1999)
5 INTRODUÇÃO Sinônimos: Doença Infecciosa da Bursa (DIB), Doença de Gumboro (DG) Enfermidade infecto-contagiosa Etiologia Viral Alta morbidade e alta mortalidade Disseminação rápida – curso agudo Período de incubação curto Imunossupressão Sem importância em saúde pública
6 ETIOLOGIA Família Birnaviridae Gênero AvibirnavirusEspécie Infectious bursal disease virus RNA Fita dupla Não envelopado Simetria icosaédrica ICTV, 2009; Lukert & Saif (2003). In: Saif et al. Diseases of poultry, p
7 (Lukert & Saif, 2003) (Viralzone, 2008)
8 ETIOLOGIA Família Birnaviridae – Gênero AvibirnavirusRNA de fita dupla - simetria isocasaédrica – não envelopado Genoma com 2 segmentos: A e B 5 proteínas VP1 a VP5 VP2 – Região hipervariável – anticorpos neutralizantes (Betch et al., 1988; Kigenge et al., 1988)
9 FUNÇÃO DAS PROTEÍNAS VIRAISVP1 Replicação e transcrição viral RNA polimerase dependente de RNA viral (RpRp) VP2 Proteína do Capsídeo Determina variação antigênica Principal alvo de anticorpos VP3 Segunda maior proteína estrutural Proteína interna do capsídeo Induz antígeno grupo específico VP4 Protease viral B VP5 (?) Proteína com função reguladora (?) Liberação e disseminação viral
10 REPLICAÇÃO VIRAL Van den Berg (2000). Avian Pathology, 29:
11 PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICASAltamente resistente a fatores ambientais Resiste à temperatura de 56º C por 5 horas Resistente em pH 2 - Inativado em pH 12 Persiste por muito tempo na cama dos aviários Sobrevive por muito tempo no meio ambiente Resistente a amônia quaternária, éter e clorofórmio Sensível à cloramina e formalina e pouco sensível ao iodo (Alexander & Chettle, 1998; Benton et al., 1967)
13 Isolados de Perus e galinhasANTIGENICIDADE VP2 Sorotipo 1: Estirpes Patogênicas Isolados de galinha Sorotipo 2: Estipes Apatogênicas Isolados de Perus e galinhas Müller et al. Veterinary Microbiology 97 (2003) 153–165
14 ANTIGENICIDADE VP2 Van den Berg (2000). Avian Pathology, 29:175-94.Estirpes Patogênicas VP2 Estipes Apatogênicas Isolados de Perus Van den Berg (2000). Avian Pathology, 29:
15 EVOLUÇÃO VIRAL VP2 SHIFT DRIFT Mutações pontuais Picos hidrofílicosinternas externas VP2 Região variável Sorotipo 1 Sorotipo 2 Subtipo Molecular basis of the antigenicity of IBDV. Neutralizing antibodies have been shown to bind to VP2, within a minimal region, called the variable domain or vVP2, which is highly hydrophobic with a small hydrophilic region at each terminus. These two hydrophilic peaks are located at the surface of the virus and constitute the neutralizing epitopes. Important changes in the sequences of these peaks might determine an antigenic shift as described for serotype 2 viruses. Point mutations inside or outside these peaks might produce an antigenic drift, giving raise to sub-types such as the serotype 1 variant strains described in the US. SHIFT DRIFT Van den Berg (2000). Avian Pathology, 29:
16 PATOGENICIDADE Apatogênicas (sorotipo 2): Patogênicas (sorotipo 1)Suave Intermediária Intermediária + Clássica Variante Muito ou hipervirulenta sem mortalidade, sem lesão na bursa Classification of IBDV strains as pathotypes. IBDV strains can be defined as apathogenic (serotype 2); mild, intermediate or ‘‘hot’’ (serotype 1 vaccines); classical virulent (IBDV), variant, or very virulent (serotype 1). Serotype 2 strains cause neither mortality nor bursal lesions in specified pathogen free birds. Serotype 1 vaccines cause no mortality but possess residual pathogenicity with bursal lesions varying from mild to moderate or even severe. Virulent serotype 1 strains induce both mortality and bursal lesions sem mortalidade, aumento de lesão na bursa aumento de mortalidade Van den Berg (2000). Avian Pathology, 29:
17 DISTRIBUIÇÃO DAS AMOSTRASCepas atenuadas (suave, interm, interm +): Vacinas: ovos embrionados e cultivo celular Cepas clássicas: Inflamação e necrose na bursa de Fabricius Mortalidade 20-30% Variantes antigênicas Delaware: < sinais clínicos – imunossupressão severa Cepas altamente virulentas (vvIBDV): Mortalidade de %
18 DISTRIBUIÇÃO DAS AMOSTRASCepas clássicas: Disseminadas em todo o mundo patogênicas: padrão Edgar (Aphis/USA e STC/USA), cepa patogênica padrão Faragher 52/70 (Inglaterra), 002/73 (Austrália), GBF-1 (Japão) atenuadas e vacinais: cepa Lukert (USA), PBG 98 (Inglaterra), Cu-1 (Alemanha), K (Japão), vacinas comercializadas no Brasil. Variantes antigênicas Delaware: Todas as áreas produtoras dos EUA. Já foram descritas no Canadá, Porto Rico, México, China etc. (Delaware E, Delaware A, U28, GLS, 1084, Ga). Cepas altamente virulentas (vvIBDV): Europa: Holanda (DV 86), Bélgica (849 VB), Inglaterra (UK 661, CS89), França (95072, 91184, 89224), Rússia (2.93, 9.94). Ásia: Japão (90-11, OKYM, TKSM), China (AH2, HK 46), Israel (IL3, IBDVks), Turquia (AO, OE), Índia (UP1.97), Coréia (KK1). África: Costa do Marfim (88180) América do Sul: Brasil (Ca586, Mg597, De603).
19 Ocorrência em todos os países produtores de aves do mundoOCORRÊNCIA NO MUNDO Holanda Ocorrência em todos os países produtores de aves do mundo Bélgica Vermelho vv IBDV Azul nao presença de vvIBDV Characteristics of a very virulent infectious bursal disease virus from California. Inglaterra EUA 1962 EUA 1962 França Israel Nova Zelândia Nova Zelândia Nova Zelândia Brasil 1978 África do Sul Australia Australia Australia
20 DISTRIBUIÇÃO NO MUNDO Janeiro a Junho de 2012 (OIE, 2013)
21 DISTRIBUIÇÃO NO MUNDO Julho a dezembro de 2012 (OIE, 2013)
22 OCORRÊNCIA NO BRASIL Susceptíveis: 593.124 (244.724+348.400+80.000)Mortes: ( ) Juntamente com o programa vacinal intenso, medidas de biosseguridade adotadas principalmente em regiões de alto desafio colaboraram para o controle da doença. Neste contexto cuidados especiais na lavagem e desinfecção das granjas e veículos, maior tempo de vazio sanitário, restrição de visitações as granjas e a proibição do trânsito da cama usada de lotes contaminados foram medidas fundamentais para o controle da doença. Também uma melhor monitoria de campo no que diz respeito ao exame das bolsas, contribuiu para melhor visualização do controle da enfermidade. Outro ponto positivo foi a reeducação do pessoal técnico e granjeiros para que os mesmos evitasse torna-se carreadores da doença de uma granja a outra. Surtos no período de 2011 (OIE, 2013)
23 OCORRÊNCIA NO BRASIL Susceptíveis: 265.350 (82.950+265.350)Mortes: ( ) Juntamente com o programa vacinal intenso, medidas de biosseguridade adotadas principalmente em regiões de alto desafio colaboraram para o controle da doença. Neste contexto cuidados especiais na lavagem e desinfecção das granjas e veículos, maior tempo de vazio sanitário, restrição de visitações as granjas e a proibição do trânsito da cama usada de lotes contaminados foram medidas fundamentais para o controle da doença. Também uma melhor monitoria de campo no que diz respeito ao exame das bolsas, contribuiu para melhor visualização do controle da enfermidade. Outro ponto positivo foi a reeducação do pessoal técnico e granjeiros para que os mesmos evitasse torna-se carreadores da doença de uma granja a outra. Surtos no período de 2012 (OIE, 2013)
24 FILOGENIA DAS AMOSTRASA metodologia de genotipagem demonstrou ser uma ferramenta eficiente na caracterização de IBDVs presentes no campo. Houve grande prevalência de cepas não vacinais nos lotes analisados, relacionados normalmente com doença subclínica, (G15 e G16). Não foi detectada a presença de cepas variantes norte americanas no Brasil. Foi descrito a presença de cepas altamente virulentas do IBDV (vvIBDVs, G11).
25 FILOGENIA DAS AMOSTRAS BRASILEIRAS
26 EPIDEMIOLOGIA Aves com menos de 2-3 semanas:Imunossupressão Aves com mais de 2-3 semanas Forma econômica ou subclínica Presença de sinais clínicos Benton et al., 1967; Van den Berg (2000). Avian Pathology, 29:
27 HOSPEDEIROS SUSCEPTÍVEISSorotipo 2 Avestruzes com lesões na BF Doença mais severa em Leghorns Galinha Único hospedeiro natural Sorotipo 1 (Eterradossi & Saif, 2008)
28 HOSPEDEIROS REFRATÁRIOSvvIBDV Galinhas d’angolas van den Berg (2001)
29 TRANSMISSÃO DO VÍRUS DE IBDV(Benton et al., 1967)
30 TRANSMISSÃO HORIZONTAL Aves vivas – não há estado de portador crônicoPessoas e equipamentos Produtos e sub-produtos de aves Difusão pelo ar Ração contaminada Vetores mecânicos (Alphitobius diaperinus) Veículos transportadores de aves, ovos, cama e ração Água, ração, bandejas de ovos e equipamentos contaminados com fezes (Benton et al., 1967)
31 PATOGENIA
32 Virions penetram nos vilos Tonsilas cecais CriptasVírus (IBDV) Luz intestinal Duodeno Via oral Virions penetram nos vilos Tonsilas cecais Criptas A porta de entrada mais comum do VBID é a mucosa oral e, excepcionalmente, a via respiratória ou ocular. Após 4 ou 5 h da entrada no organismo, o vírus pode ser detectado em macrófagos e células linfóides do ceco, duodeno e jejuno, bem como nas células de Kupfer do fígado. Ao alcançar a corrente sanguínea, o vírus infecta outros tecidos incluido a Bursa.. A viremia prossegue e o vírus infecta outros órgãos como baço, glândula de Harder e o timo. Os linfócitos B e seus precursores parecem ser as principais células-alvo, embora os vírus possam ser encontrados em macrófagos. Antígenos virais podem ser encontrados na Bursa até nove dias pós infecção. Células linfoides da BF são destruídas e necrosadas, mas não apresentam tropismo específico para a bursa, podendo infectar células de baço, timo, tonsilas cecais e glândula de Harder. Enquanto esses tecidos se recuperam, a bursa se atrofia. As consequências previsíveis dessa infecção são mais evidentes em picos porque a capacidade de produção de anticorpos é reduzida, principalmente de natureza IgG. A supressão na produção de Ac contra a doença de NDV é intensa em pintos infectados no 1º dia de vida. A supressão é moderada se a infecção ocorrer no 7º dia e de efeito desprezível se a infecção for entre 14 e 21 dias. Pintos imunossuprimidos pelo IBDV além da capacidade imune reduzida tornam-se mais susceptíveis a infecção pelo vírus da hepatite por corpúsculo de inclusão, coccidiose, DMV, LL, ILTV, IBV, anemia aplástica hemorrágica, dermatite gangrenosa, salmoneloses e colibacilose. A quantidade de linfócito B é drasticamente diminuída mas a população de linfócitos T geralmente não é acometida, embora se deva considerar casos de necrose tímica provocada por algumas cepas vvIBDV. Infecções pelo IBDV causam depressão da resposta imune humoral e uma transitória depressão da resposta imune celular. Há acentuada diminuição no número de linfócitos B na circulação sanguínea periférica sem alteração na quantidade de linfócitos T. Infecções em aves jovens resultam em uma intensa imunossupressão, que é constatada pela completa ausência de IgG e a presença apenas de IgM monomérica. Esse fenômeno de imunossupressão é responsável pela susceptibilidade das aves acometidas a um grande número de bactérias, vírus e parasitas. Existem relatos de comprometimento da resposta imune quando da vacinação de aves imunossuprimidas pelo IBDV. Submucosa Intestinal Agregados linfóides e macrófagos Fagocitose 1ª replicação Lesão (Sharma et al., 1989)
33 4 h 10 h Imunossupressão Circulação 1ª viremiaFígado (células de Kupffer) Virions não fagocitados Passagem por vários órgãos Bursa (Alvo primário) 10 h 2ª replicação Imunossupressão (Sharma et al., 1989)
34 Outros órgãos linfóidesCirculação 2ª viremia Outros órgãos linfóides (Alvos secundários) 3ª replicação Lesão (Sharma et al., 1989)
35 SINAIS CLÍNICOS Aves < 2- 3 semanas de idade Depleção da bursacepas variantes Aves de >2- 3 semanas Período de incubação: 2 a 3 dias Alta morbidade cepa clássica: mortalidade até 30% cepa de alta virulência : mortalidade até 100% Aparecimento repentino curso de 1 semana (plantel) IMUNOSSUPRESSÃO INFECÇÃO CLÍNICA (Sharma et al., 1989)
36 SINAIS CLÍNICOS Fase aguda: Prostração, penas arrepiadas, anorexiaClinical signs during the acute phase of infectious bursal disease: depression, prostration, soiled vents, anorexia, ruffled feathers and reluctance to move. Fase aguda: Prostração, penas arrepiadas, anorexia (van den Berg, 2008)
37 LESÕES MACROSCÓPICAS
38 BURSA DE FABRÍCIUS exsudato gelatinoso amarelado cobrindo a superfície da serosa Aumento de volume Hemorragia 2º ou 3º dia pós-infecção Atrofia 5º ao 8º dia pós-infecção (Sharma et al., 1989)
39 LESÕES MACROSCÓPICAS Lukert & Saif (2003). In: Saif et al. Diseases of poultry, p
40 LESÕES MACROSCÓPICAS (Randall & Reece, 1996; Shivaprasad, 2006)
41 LESÕES MACROSCÓPICAS (D Shaw, 2009)
42 LESÕES MACROSCÓPICAS Lukert & Saif (2003). In: Saif et al. Diseases of poultry, p
44 LESÕES MACROSCÓPICAS
45 LESÕES MACROSCÓPICAS (Randall & Reece, 1996)
46 LESÕES MACROSCÓPICAS (Sander, 2008)
47 LESÕES MICROSCÓPICAS (A) (B) (C) (van den Berg, 2008)Bursal lesions. Bursa of noninfected chicken (a), of chicken infected with a moderately pathogenic strain (b) and of chicken challenged with the Faragher strain 52/70 (c) was sliced and sections were prepared following standard procedures and haematoxylin/eosin stained. (With permission from COST Action 839 Ring Trial, organized and prepared by Drs E. Mundt and J. P. Teifke.) (A) (B) (C) (van den Berg, 2008)
48 LESÕES MICROSCÓPICAS Lukert & Saif (2003). In: Saif et al. Diseases of poultry, p
49 LESÕES MICROSCÓPICAS (de Paula et al. 2004)
50 LESÕES MICROSCÓPICAS (de Paula et al. 2004)
51 LESÕES MICROSCÓPICAS n (de Paula et al.2004)
52 Randall (1998) Diseases and Disorders of the domestic fowl and turkeys
53 DIAGNÓSTICO
54 DIAGNÓSTICO Sinais clínicos e históricoAlterações macro e microscópicas Detecção viral/Caracterização viral IHQ Precipitação em agar gel ELISA captura Isolamento viral em ovos embrionados/ Vírus neutralização RT-PCR (VP2) Seqüenciamento Análise com enzimas de restrição (RFLP)
55 BURSÔMETRO Khenenou et al. 2012
56 DIAGNÓSTICO
57 ISOLAMENTO E IDENTIFICAÇÃOovos SPF - MCA Bursa / Baço macerado dias Morte embrionária identificação SN, IF, RT-PCR mínimo de 5 passagens (Abdel-alim & Saif, 2001; Eterradossi & Saif, 2008)
58 SOROLOGIA Não diferenciam os sorotipos 1 e 2 ELISAÁgar gel precipitação Soroneutralização Intervalo entre as colheitas de amostras - 2 a 3 semanas Não diferenciam os sorotipos 1 e 2 (Ismail, 1990; Jackwood; Saif, 1987)
59 DIAGNÓSTICO DIFERENCIALDoença de Newcastle (velogênica viscerotrópica) Influenza Aviária- HPAI Bronquite Infecciosa: Síndrome Nefrite - Nefrose Doença de Marek Eimeriose Micotoxicose Síndrome da má absorção (van den Berg, 2008; Eterradossi & Saif, 2008)
60 CONTROLE Prevenção Manejo/SanidadeLimpeza, Desinfecção, vetores, isolamento Proteção Vacinação Combinação destes métodos é fundamental Diminuição ou supressão da doença Importante determinar níveis de anticorpos maternais Não existe programa de vacinação universal (Eterradossi & Saif, 2008)
61 Vacinação
62 CARACTERÍSTICAS DAS VACINAS VIVASSUAVE INTERMEDIÁRIA FORTE lesão significativa na bolsa não não sim Capacidade de superar níveis de anticorpos maternos não sim sim (Lukert; Mazariegos, 1985; Lukert; Rufuliadi, 1982)
63 VACINAÇÃO Vacinas vivas, atenuadas em ovos embrionados e cultivo celular Suave Intermediária Forte Vacina recombinante – herpesvirus de perus (HVT) – proteína VP2 imunocomplexo Vacinas inativadas – adjuvante oleoso Vias de vacinação Ocular, spray gota grossa, água de bebida, subcutânea ou intramuscular, in ovo (Eterradossi & Saif, 2008)
64 Vacinas recombinantes~20% += 26dpv ~100%+= 38dpv https://www.youtube.com/watch?v=fuhpSA17tzU
65 Vacinas Recombinantes
66 PROGRAMAS DE VACINAÇÃOFrangos de corte Poedeiras e Matrizes 1 dia = intermediária + (in ovo, sc*) 7-14 dias = suave ou intermediária 35 dias = intermediária + 10-14 semanas = intermediária ou intermediária + Antes da postura = Inativada 1 = intermediária + (in ovo, sc*) 7-10 dias = suave ou intermediária 14 a 17 dias = intermediária + imunocomplexo- Replicação começa a partir de 21 dias. E vacina HVT-IBD não é neutralizada por anticorpos maternais Pela classificação da Sibios: G3: intermediaria plus vacinas (winterfield 2512-> utilizadas para controle do G11) G4 e G5 sao estirpes vacinais suaves G15: classica G11 hipervirulentas Na verdade, vacinaçao a 7 dias nao é necessaria, mas produtores vacinam porque estao acostumados O problema no Brasil está controlado.. Se para vacinação, haverão surtos VARIÁVEIS Níveis de anticorpos maternos (IDEXX:~5000) Cepa de campo clássica, hipervirulenta, variante (?) Idade de infecção (Martins, 2002)
67 TRATAMENTO Não há tratamento de específico nem de suporte(Eterradossi & Saif, 2008)