1 Francisco Fritsch Machry Krum MINISTÉRIO DA EDUAÇÃO UNIVERSIDADE ABERTA DO SUS UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS DEPARTAMENTO E MEDICINA SOCIAL CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA TURMA 6 Intervenção no Programa de Pré-Natal e Puerpério na USF São José, Santa Maria - Rs, Em 2014 Francisco Fritsch Machry Krum Orientadora: Bianca Bittencourt de Souza Pelotas, 2015
2 1. Análise Situacional
3 Santa Maria População aproximada de 260 mil hab. (IBGE, 2010) 31 UBS13 modelo tradicional 4 modelo misto 14 Unidades de Saúde da Família Total = 21 Equipes ESF 11 serviços de Atenção Secundária um Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) Centro de Referência a Saúde do Trabalhador (CEREST) 4 CAPS Não há disponibilidade de NASF
4 tanto esfera pública, privada como parceria público-privadaSanta Maria Urgência e Emergência 4 Unidades SAMU 2 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) 8 hospitais Serviços Complementares de Diagnóstico tanto esfera pública, privada como parceria público-privada
5 USF São José Unidade Urbana Localizada na Zona Leste de Santa MariaDuas Equipes, portanto dois territórios Uma Equipe com Saúde Bucal – Equipe 15 6 microáreas – 1 sem ACS Outra Equipe Mínima – Equipe 16 6 microáreas – 2 sem ACS Falta técnico de enfermagem Apoio da Residência Multiprofissional do HUSM 2 Fisioterapeutas, 1 Enfermeira, 1 Psicóloga, 1 Odontóloga e 1 Nutricionista. Campo de estágio da Fisioterapia, Enfermagem e Medicina UFSM.
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8 População Adscrita População estimada 8000 habitantes.Três microáreas descobertas pelo PACS Grande extensão territorial de algumas microáreas Defasagem dos cadastros existentes Transição dos métodos de registro Transição de gestão Nova territorialização em curso no município Fenômeno demográfico nacional de novos loteamentos e novos bairros surgindo
9 Caderno de Atenção Programática
10 CAP – Pré-Natal
11 CAP - Puerpério
12 2. Justificativa Pré-natal é a assistência prestada à gestante com o objetivo de assegurar o desenvolvimento da gestação culminada pelo nascimento de uma criança saudável. Número de consultas e cuidados necessários estabelecidos em protocolos próprios Cuidado de Saúde Bucal ao longo da gestação resultará melhor qualidade de vida materna e da criança Puerpério exige cuidados clínicos e é o momento oportuno para orientar os devidos cuidados com o recém-nascido.
13 2. Justificativa Queda da mortalidade maternaAnos 90:140 óbitos maternos para cada 100 mil nascidos vivos 2007: 75 óbitos maternos para cada 100 mil nascidos vivos Objetivo do Desenvolvimento do Milênio: 35 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos (a ser atingido até 2015)
14 2. Justificativa Estimativa IBGE de gestantes pertencente ao território da USF São José: 120 apenas 23% (26 mulheres) são acompanhadas rotineiramente no programa não há registros individualizados e claros dos atendimentos. Sem atividades de qualificação dos profissionais Sem atividades coletivas rotineiras no serviço.
15 3. Metodologia Foram estipuladas diversas ações detalhadas (no mínimo uma ação para cada meta) em 4 eixos de atuação: Monitoramento e Avaliação Organização e Gestão do Serviço Engajamento Público Qualificação da prática clínica
16 • Monitorar a cobertura do pré-natal e do puerpério mensalmente AÇÕES DE COBERTURA MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO • Monitorar a cobertura do pré-natal e do puerpério mensalmente ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO SERVIÇO • Acolher as gestantes e as puérperas. • Cadastrar todas as gestantes e mulheres que tiveram parto no último mês. • Apresentar e discutir os resultados de monitoramento com a equipe ENGAJAMENTO PÚBLICO • Esclarecer a comunidade sobre a importância da realização do pré-natal e da consulta puerperal • Informar a comunidade sobre o sistema de agendamento das consultas QUALIFICAÇÃO DA PRÁTICA CLÍNICA • Capacitar a equipe no acolhimento e busca ativa das gestantes e de mulheres que tiveram parto no último mês • Capacitar a equipe sobre a importância da realização da consulta de puerpério
17 Ações de Qualidade Monitoramento e Avaliação •Monitorar os registros do pré-natal e puerpério mensalmente avaliando a realização dos atendimentos conforme protocolo preconizado pelo Ministério da Saúde Organização e Gestão do Serviço Acolher e cadastras todas as gestantes e puérperas •Estabelecer sistemas de alerta para respeitar o protocolo preconizado dos atendimentos •Organizar adequadamente as agendas dos profissionais para priorizar o atendimento de gestantes Engajamento Público •Esclarecer à comunidade a importância de cada item do protocolo de atendimento à gestantes e puérperas Qualificação da Prática Clínica •Capacitar a equipe no atendimento de gestantes e puérperas de acordo com o protocolo.
18 4. Logística Eleição de comissão do Pré-Natal e Reuniões periódicas;Cadastramento regular de gestantes; Organização das agendas dos profissionais envolvidos; Reorganização do protocolo de Acolhimento; Agregar os prontuários clínicos e odontológicos; Monitorização mensal dos registros; Cartaz da vitória para gestantes que deixarem de fumar; Linha de cuidado das gestantes de alto risco; Educação permanente em pré-natal quinzenal; Organização e divulgação de atividades coletivas.
19 5. Objetivos, Metas e ResultadosObjetivo Geral Melhorar a atenção ao pré-natal e puerpério, na Unidade de Saúde São José no município de Santa Maria – RS.
20 Resultado: 1º mês: 8 (10%), 2º mês: 35 (43,8%), 3º mês: 41 (51,3%)Objetivo 1. Aumentar a cobertura do programa de Pré-natal, puerpério e de Saúde Bucal da gestante; Meta 1.1.Aumentar a cobertura da assistência pré-natal para 60% das gestantes cadastradas no programa; Resultado: 1º mês: 8 (10%), 2º mês: 35 (43,8%), 3º mês: 41 (51,3%) Figura 1 - Evolução mensal do Indicador Proporção de gestantes cadastradas no Programa de Pré-natal da USF São José, Santa Maria, RS, 2014.
21 Resultado: 1º mês: 2 (2,5%), 2º mês: 6 (7,5%), 3º mês: 6 (7,5%)Objetivo 1. Aumentar a cobertura do programa de Pré-natal, puerpério e de Saúde Bucal da gestante; Meta 1.2. Aumentar a cobertura do primeiro atendimento odontológico para gestantes para 60% das gestantes cadastradas no programa; Resultado: 1º mês: 2 (2,5%), 2º mês: 6 (7,5%), 3º mês: 6 (7,5%) Figura 13 - Evolução mensal do Indicador Proporção de gestantes com primeira consulta odontológica programática da USF São José, Santa Maria, RS, 2014
22 Resultado, 100% das puérperas cadastradas adequadamente acompanhadas.Objetivo 1. Aumentar a cobertura do programa de Pré-natal, puerpério e de Saúde Bucal da gestante; Meta 1.3. Garantir que 60% das puérperas cadastradas no programa de pré-natal realizem consulta puerperal em até 42 dias após o parto Resultado, 100% das puérperas cadastradas adequadamente acompanhadas. Figura 12 - Evolução mensal do Indicador Proporção de puérperas com consulta até 42 dias após o parto da USF São José, Santa Maria, RS, 2014
23 Objetivo 2. Melhorar a qualidade dos atendimentos clínicos e odontológicos prestados às mulheres no período do pré-natal e do puerpério Meta 2.1.Garantir a 100% das gestantes cadastradas no programa de pré-natal o ingresso no primeiro trimestre de gestação; Meta 2.3.Realizar ao menos um exame ginecológico por trimestre em 100% das gestantes; Meta 2.4. Realizar pelo menos um exame de mamas em 100% das gestantes Meta 2.5. Garantir a 100% das gestantes a solicitação de exames laboratoriais de acordo com protocolo Resultados: Ao longo dos três meses de intervenção 100% da meta atingida.
24 Objetivo 2. Melhorar a qualidade dos atendimentos clínicos e odontológicos prestados às mulheres no período do pré-natal e do puerpério Meta 2.6. Garantir a 100% das gestantes a prescrição de sulfato ferroso e ácido fólico conforme protocolo. Meta 2.7. Garantir que 100% das gestantes com vacina antitetânica em dia Meta 2.8. Garantir que 100% das gestantes com vacina contra hepatite B em dia Resultados: Ao longo dos três meses de intervenção 100% da meta atingida.
25 Resultado: 1° mês 1 (50%), 2 ° e 3 ° meses 3 (50%)Objetivo 2. Melhorar a qualidade dos atendimentos clínicos e odontológicos prestados às mulheres no período do pré-natal e do puerpério Meta Realizar avaliação da necessidade de consultas subsequentes em 100% das gestantes durante o pré-natal. Resultado: 1° mês 1 (50%), 2 ° e 3 ° meses 3 (50%) Figura Evolução mensal do Indicador Proporção de gestantes com necessidade de consultas subsequentes da USF São José, Santa Maria, RS, 2014
26 Resultado: 1° mês 1 (50%), 2 ° e 3 ° meses 3 (100%)Objetivo 2. Melhorar a qualidade dos atendimentos clínicos e odontológicos prestados às mulheres no período do pré-natal e do puerpério Meta Realizar as consultas subsequentes para 100% das gestantes que necessitam pertencentes a área de abrangência e cadastradas no programa de Pré-Natal da unidade. Resultado: 1° mês 1 (50%), 2 ° e 3 ° meses 3 (100%) Figura 15 - Evolução mensal do Indicador Proporção de gestantes com consultas subsequentes realizadas da USF São José, Santa Maria, RS, 2014
27 Resultado: 1° mês 1 (50%), 2 ° e 3 ° meses 3 (100%)Objetivo 2. Melhorar a qualidade dos atendimentos clínicos e odontológicos prestados às mulheres no período do pré-natal e do puerpério Meta Concluir o tratamento odontológico em 100% das gestantes com primeira consulta odontológica programática Resultado: 1° mês 1 (50%), 2 ° e 3 ° meses 3 (100%) Figura 16 - Evolução mensal do Indicador Proporção de gestantes com primeira consulta odontológica programática com tratamento odontológico concluído da USF São José, Santa Maria, RS, 2014
28 Objetivo 2. Melhorar a qualidade dos atendimentos clínicos e odontológicos prestados às mulheres no período do pré-natal e do puerpério Meta Examinar as mamas em 100% das puérperas cadastradas no Programa Meta Examinar o abdome em 100% das puérperas cadastradas no Programa Meta Avaliar o estado psíquico em 100% das puérperas cadastradas no Programa Resultados: ao longo dos três meses de implementação, as metas acima foram atingidas em 100%.
29 Objetivo 2. Melhorar a qualidade dos atendimentos clínicos e odontológicos prestados às mulheres no período do pré-natal e do puerpério Meta Avaliar intercorrências em 100% das puérperas cadastradas no Programa Meta Prescrever a 100% das puérperas um dos métodos de anticoncepção Meta Realizar exame ginecológico em 100% das puérperas cadastradas no Programa Resultados: ao longo dos três meses de implementação, as metas acima foram atingidas em 100%.
30 Objetivo 3. Aumentar a adesão das mulheres ao programa de pré-natal integralmente;Meta 3.1. Realizar busca ativa de 100% das gestantes faltosas às consultas de pré-natal Meta 3.3 Realizar busca ativa de 100% das gestantes, com primeira consulta odontológica programática, faltosas às consultas subsequentes. Meta 3.4. Realizar busca ativa em 100% das puérperas que não realizaram a consulta de puerpério até 30 dias após o parto Resultado: Ao longo dos três meses de implementação não foi realizada busca ativa de gestantes faltosas.
31 Objetivo 3. Aumentar a adesão das mulheres ao programa de pré-natal integralmente;Meta 3.2. Realizar busca ativa de 100% das gestantes que não realizaram a primeira consulta odontológica programática. Resultados: 1° mês 1 faltosa buscada, 2° e 3° meses não houveram faltosas Figura 17 - Evolução mensal do Indicador Proporção de busca ativa realizada às gestantes que não realizaram a primeira consulta odontológica programática da USF São José, Santa Maria, RS, 2014
32 Meta 4.1. Garantir a 100% das gestantes registro adequado Objetivo 4. Melhorar o registro dos atendimentos prestados às mulheres no período do pré-natal e do puerpério; Meta 4.1. Garantir a 100% das gestantes registro adequado Resultado: 1° mês 6 (75%), 2° mês 35 (100%) e 3° mês 41 (100%) Figura 5 - Evolução mensal do Indicador Proporção de gestantes com registro na ficha espelho de pré-natal/vacinação da USF São José, Santa Maria, RS, 2014
33 Objetivo 4. Melhorar o registro dos atendimentos prestados às mulheres no período do pré-natal e do puerpério; Meta 4.2. Manter registro atualizado em planilha/prontuário/ficha de 100% das gestantes com primeira consulta odontológica programática. Meta 4.3. Manter registro na ficha de acompanhamento do Programa 100% das puérperas Resultado: ao longo dos 3 meses de intervenção tais metas foram atingidas totalmente.
34 Objetivo 5. Garantir a avaliação do risco gestacional de todas as gestantes;Meta 5.1. Avaliar risco gestacional em 100% das gestantes. Resultado: ao longo dos 3 meses de intervenção meta atingida totalmente.
35 Objetivo 6. Efetivar a promoção da saúde integralmente dentro do programa de Pré-NatalMeta 6.1.Garantir a 100% das gestantes orientação nutricional durante a gestação. Resultado: ao longo dos três meses de implementação, meta atingida totalmente.
36 Meta 6.2. Promover o aleitamento materno junto a 100% das gestantes. Objetivo 6. Efetivar a promoção da saúde integralmente dentro do programa de Pré-Natal Meta 6.2. Promover o aleitamento materno junto a 100% das gestantes. Meta 6.3. Orientar 100% das gestantes sobre os cuidados com o recém-nascido Resultado: 1° mês 7 (87,5%), 2°mês 35 (100%) e 3° mês 41 (100%) Figura 8 - Evolução mensal do Indicador Proporção de gestantes que receberam orientação sobre cuidados com o recém-nascido da USF São José, Santa Maria, RS, 2014
37 Resultado: 1° mês 7 (87,5%), 2°mês 35 (100%) e 3° mês 41 (100%)Objetivo 6. Efetivar a promoção da saúde integralmente dentro do programa de Pré-Natal Meta 6.4. Orientar 100% das gestantes sobre anticoncepção após o parto. Meta 6.5. Orientar 100% das gestantes sobre os riscos do tabagismo e do uso de álcool e drogas na gestação. Resultado: 1° mês 7 (87,5%), 2°mês 35 (100%) e 3° mês 41 (100%) Figura 10 - Evolução mensal do Indicador Proporção de gestantes com orientação sobre os riscos do tabagismo e do uso de álcool e drogas na gestação da USF São José, Santa Maria, RS, 2014
38 Meta 6.6. Orientar 100% das gestantes sobre higiene bucal. Objetivo 6. Efetivar a promoção da saúde integralmente dentro do programa de Pré-Natal Meta 6.6. Orientar 100% das gestantes sobre higiene bucal. Resultado: 1° mês 7 (87,5%), 2°mês 35 (100%) e 3° mês 41 (100%) Figura 11 - Evolução mensal do Indicador Proporção de gestantes e puérperas com orientação sobre higiene bucal da USF São José, Santa Maria, RS, 2014
39 Meta 6.8. Promover o aleitamento materno junto a 100% das gestantes.Objetivo 6. Efetivar a promoção da saúde integralmente dentro do programa de Pré-Natal Meta 6.7 Garantir a 100% das gestantes orientação sobre dieta durante a gestação. Meta 6.8. Promover o aleitamento materno junto a 100% das gestantes. Resultado: 1° mês 7 (87,5%), 2°mês 35 (100%) e 3° mês 41 (100%) Figura 18 - Evolução mensal do Indicador Proporção de gestantes com orientação sobre dieta da USF São José, Santa Maria, RS, 2014
40 Meta 6.11. Orientar 100% das gestantes sobre higiene bucal. Objetivo 6. Efetivar a promoção da saúde integralmente dentro do programa de Pré-Natal Meta 6.9. Orientar 100% das gestantes sobre os cuidados com a higiene bucal do recém-nascido. Meta Orientar 100% das gestantes sobre os riscos do tabagismo e do uso de álcool e drogas na gestação. Meta Orientar 100% das gestantes sobre higiene bucal. Resultado: 1° mês 7 (87,5%), 2°mês 35 (100%) e 3° mês 41 (100%) Figura 20 - Evolução mensal do Indicador Proporção de gestantes com orientação sobre os cuidados com a higiene bucal do recém-nascido da USF São José, Santa Maria, RS, 2014
41 Objetivo 6. Efetivar a promoção da saúde integralmente dentro do programa de Pré-NatalMeta Orientar 100% das puérperas cadastradas no Programa sobre os cuidados do recém-nascido Meta Orientar 100% das puérperas cadastradas no Programa sobre aleitamento materno exclusivo Meta Orientar 100% das puérperas cadastradas no Programa sobre planejamento familiar Resultado: ao longo dos três meses de implementação, meta atingida totalmente.
42 6. Ações realizadas integralmenteRealizar a revisão de prontuários; Atividades do grupo interessantes; Criar, capacitar a equipe e implementar registro da participação das gestantes em grupos; Propiciar mesmas orientações ao nível individual; Criar roteiro da consulta de puerpério ;
43 6. Ações realizadas integralmenteAmpliar o protocolo de Acolhimento da USF São José; Solicitar que as ACS atualizem o cadastro de gestantes; Pactuar com ACS a visita mensal; Divulgar e discutir os resultados com a Equipe; Capacitar e implementar ficha espelho; Manter a Farmácia da USF organizada.
44 6. Ações realizadas integralmenteReforçar a disponibilidade de vacinas para gestantes; Priorizar a busca ativa de gestantes; Pactuar protocolo de agendamento de gestantes e puérperas; Capacitar equipe sobre o preenchimento correto da Ficha SISPRENATAL e SIAB;
45 6. Ações realizadas integralmenteEleger responsável pelas ações de monitoramento e gestão; Arquivar fichas espelho adequadamente; possibilitar o encontro entre gestantes e Nutrizes. Garantir o dobro de tempo para as consultas; criar uma Agenda de Educação Permanente.
46 7. Ações não realizadas Criar e monitorar a cobertura de um Grupo de Gestantes; Criar “mural da vitória” das gestantes que deixaram de fumar; Utilizar o mesmo registro das gestantes para avaliar o número de puérperas que compareceram à consulta; realizar mutirão de cadastro nas áreas descobertas por ACS; Pactuar com Odontóloga da Unidade número de consultas programáticas a serem realizadas com gestantes;
47 7. Ações não realizadas Utilizar o telefone como método de alerta das vacinas a serem realizadas. Provocar participação do gestor junto às reuniões de Equipe; Criar cadastro em comum tanto para Equipe Mínima como Equipe Saúde Bucal; Criar protocolo da Pré-Natal da USF; Utilizar mecanismos de comunicação com a Comunidade.
48 8. Discussão Melhoria na cobertura de pré-natal tem como consequência direta a proteção da gestante e do recém-nascido; Eleição da comissão de pré-natal e de responsável pelo monitoramento das ações automaticamente resultou na continuidade das ações mesmo após o término da intervenção. Criação de uma rotina de notificação dos ACS’s de novas gestantes
49 8. Discussão Disponibilidade de testes rápidos de gestação na UBS realizados diariamente e consequente captação precoce de gestantes Criação com participação ainda tímida de grupo de gestantes Melhora da cobertura do atendimento de 22% para 51%
50 8. Discussão Garantia de metas de 100% da qualidade dos atendimentos tanto no seguimento do protocolo ministerial como nas orientações prestadas às gestantes. Maior alerta à atenção ao puerpério. Capacidade de perceber mais uma vez a precariedade do atendimento às puérperas e o registro das avaliações. Percepção da comunidade de mudanças progressivas no atendimento. Pequenas mudanças resultando em grandes resultados. A divulgação dos resultados melhora a imagem da Unidade ante à Comunidade.
51 9. Reflexão crítica sobre seu processo pessoal de aprendizagem.“A teoria sem a prática vira 'verbalismo', assim como a prática sem teoria, vira ativismo. No entanto, quando se une a prática com a teoria tem-se a práxis, a ação criadora e modificadora da realidade.” Paulo Freire .
52 9. Reflexão crítica sobre seu processo pessoal de aprendizagem.Conhecimento construído em sequência lógica, fundamentada, estruturada resultando em uma produção qualificada . Expectativas atingidas influenciando positivamente o processo de trabalho da USF São José bem como a comunidade do território Efetivamente contribuir para a Valorização da Atenção Básica.
53 9. Reflexão crítica sobre seu processo pessoal de aprendizagem.Atividades de prática clínica com grande impacto no trabalho diário além do foco de implementação organizando, muitas vezes conceitos outrora esquecidos ou negligenciados mudanças simples na rotina de estudos e na rotina de trabalho podem influenciar positivamente nossa prática diária. Expectativa comum entre comunidade e profissionais por uma divulgação mais clara dos resultados, demonstrando o interesse de ambas as partes na melhoria dos serviços públicos.
54 10. Bibliografia ANVERSA, E.T.R. et al. Qualidade do processo da assistência pré-natal: unidades básicas de saúde e unidades de Estratégia Saúde da Família em município no Sul do Brasil. Cad saúde pública.; 28(4): , 2012 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Cadernos de Atenção Básica.Atenção ao pré-natal de baixo risco / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. – Brasília. :Editora do Ministério da Saúde, 2012. CARRENO, Ioná; BONILHA, Ana Lúcia de Lourenzi; COSTA, Juvenal Soares Dias da. Perfil epidemiológico das mortes maternas ocorridas no Rio Grande do Sul, Brasil: Rev. bras. epidemiol., São Paulo , v. 15, n. 2, jun. Disponível em
55 10. Bibliografia GONÇALVES, C. et al. knowledge about laboratorial routine requested by professionals in Basic Care: a descriptive study. Online Brazilian Journal of Nursing, Niterói (RJ), v. 12, n.4, p , Dec Available from:
56 10. Bibliografia NORONHA, Gisele Almeida de et al . Evolução da assistência materno-infantil e do peso ao nascer no Estado de Pernambuco em 1997 e 2006. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 17, n. 10, Oct. Available from
57 10. Bibliografia THAINES, Geovana Hagata de Lima Souza; BELLATO, Roseney; FARIA, Ana Paula Silva de and ARAUJO, Laura Filomena Santos de. Produção, fluxo e análise de dados do sistema de informação em saúde: um caso exemplar. Texto contexto - enferm. [online]. 2009, vol.18, n.3 [cited ], pp Available from: