LÍNGUA PORTUGUESA.

1 LÍNGUA PORTUGUESA ...
Author: Gabriel Henrique Guimarães Vieira
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1 LÍNGUA PORTUGUESA

2 PORTUGUÊS CONTEMPORÂNEOWilliam Cereja; Carolina Dias Vianna; José Hamilton Christiane Damien – 2º ano ensino médio

3 Unidade 3 – Em busca da verdadeNessa unidade: Realismo, Naturalismo e Parnasianismo; Verbo; Notícia; Entrevista; Advérbio; Reportagem.

4 Capítulo 1 – Realismo, Naturalismo e Parnasianismo – O verbo (I) – A notíciaMovimento artístico literário que se iniciou na França; Segunda metade do século XIX – difundiu-se pela Europa e outros continentes; Realismo, Naturalismo e Parnasianismo Segunda metade do século XIX – progresso da ciência; Razão, objetividade e experimentação – referências para a literatura; Caráter subjetivo e idealizado do Romantismo é combatido;

5 Capítulo 1 – Realismo, Naturalismo e Parnasianismo – O verbo (I) – A notíciaProsa Realismo representação do ser humano, dos costumes e da sociedade fiel à realidade; Naturalismo derivação do Realismo – novas teorias científicas e filosóficas – explicação do comportamento das personagens pela influência de fatores como o meio social e a hereditariedade; Poesia Parnasianismo – repudiou o subjetivismo romântico e buscou o culto à forma. Galeria Neue Meister, Dresden, Alemanha Os quebradores de pedras (1849), de Gustave Courbet.

6 Capítulo 1 – Realismo, Naturalismo e Parnasianismo – O verbo (I) – A notíciaPalavra que expressa ações, atividades, estados, eventos ou fenômenos; Flexionam-se em pessoa e número; Variam segundo o tempo e o modo; Cada uma dessas flexões é representada por uma desinência, ou seja, terminação específica. Modos verbais Modo indicativo – referencia conteúdos que julgamos acontecerem de fato na realidade; Modo subjuntivo – referencia situações imaginárias, que não necessariamente correspondem ao que acontece de fato; Modo imperativo – dar ordem ou fazer um pedido diretamente ao interlocutor.

7 Tempos do modo subjuntivo: presente; pretérito imperfeito; futuro.Capítulo 1 – Realismo, Naturalismo e Parnasianismo – O verbo (I) – A notícia O verbo (I) Tempos verbais Tempos do modo indicativo: presente; pretérito perfeito; pretérito imperfeito; pretérito mais-que- perfeito; futuro do presente; futuro do pretérito. Tempos do modo subjuntivo: presente; pretérito imperfeito; futuro. Tempos do modo imperativo: afirmativo; negativo. Formas compostas e locuções verbais – verbo auxiliar conjugado e verbo principal no gerúndio, infinitivo ou particípio. Calvin & Hobbes, Bill Watterson © Watterson/ Dist. by Universal Uclick

8 O mais lido dos gêneros jornalísticos; Capítulo 1 – Realismo, Naturalismo e Parnasianismo – O verbo (I) – A notícia A notícia O mais lido dos gêneros jornalísticos; Informa o público sobre os fatos que acabaram de acontecer; Publicada em suportes impressos e digitais; Além da voz do jornalista, costuma haver a presença de outras vozes, geralmente de pessoas envolvidas com o fato noticiado; Linguagem objetiva e impessoal. No entanto, muitas vezes é possível notar certo posicionamento devido às escolhas linguísticas. Léo Fontes/ O Tempo/ FuturaPress Cenas da tragédia em Mariana

9 Brás Cubas. Direção: Júlio Bressane. Brasil, 1985. 1DVD (93min).Capítulo 1 – Realismo, Naturalismo e Parnasianismo – O verbo (I) – A notícia Confira! Livro: CARA, Salete de Almeida. Marx, Zola e a prosa realista. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009. Filme: Brás Cubas. Direção: Júlio Bressane. Brasil, DVD (93min). Link: Disponível em: . Acesso em: 05/04/2017 Thinkstock/Getty Images/Rony Costa/Finephoto Notícia

10 Capítulo 2 – O Realismo e o Naturalismo no Brasil – O verbo (II) – A entrevistaRealismo e Naturalismo no Brasil Repercussão entre 1870 e 1900; Traços conservados dos romances românticos – descrição da vida social e análise psicológica das personagens; Razão, objetividade e observação dos fatos e do comportamento humano – aprofundamento da descrição do ambiente, dos costumes urbanos e regionais e análise do caráter do ser humano e dos conflitos psicológicos; Distinção Realismo/Naturalismo Naturalismo se aproxima das teorias evolucionistas de Darwin, positivismo de Comte e determinismo de Taine; procura explicar as condutas humanas como resultado de fatores biológicos e sociais.

11 Expoente do Realismo brasileiro; Capítulo 2 – O Realismo e o Naturalismo no Brasil – O verbo (II) – A entrevista Machado de Assis Expoente do Realismo brasileiro; Linguagem concisa e permeada por ironia e ambiguidade; Profunda reflexão acerca dos conflitos psicológicos e dos dramas da vida interior; Retratação da paisagem urbana e do homem cotidiano; Primeiros romances características estruturais mais gerais do romance do século XIX – preocupação com a construção da trama; Fase de maturidade Memórias Póstumas de Brás Cubas – reflexões a respeito dos traços psicológicos e morais das personagens e da condição humana. Fundação Biblioteca Nacional Machado de Assis

12 Habilidade de retratar agrupamentos humanos; Preceitos do Naturalismo; Capítulo 2 – O Realismo e o Naturalismo no Brasil – O verbo (II) – A entrevista Aluísio Azevedo Habilidade de retratar agrupamentos humanos; Preceitos do Naturalismo; Descrições objetivas e detalhadas do ambiente e de cenas; Comportamento das personagens delineado conforme as teorias científicas e filosóficas de seu tempo; O Cortiço – retratação da vida cotidiana da alta sociedade e das camadas mais populares. Acervo Iconographia Aluísio Azevedo

13 Relatividade das classificações verbais Capítulo 2 – O Realismo e o Naturalismo no Brasil – O verbo (II) – A entrevista O verbo (II) Relatividade das classificações verbais Verbos irregulares e anômalos, defectivos e abundantes Irregulares – alteração no radical; Anômalos – grandes alterações no radical ao serem conjugados nos diferentes tempos verbais; Defectivos – não apresentam forma em alguma pessoa do discurso; Abundantes – apresentam mais de uma forma de conjugação. © 2016 King Features Syndicate/Ipress

14 Capítulo 2 – O Realismo e o Naturalismo no Brasil – O verbo (II) – A entrevistaRealizadas oralmente, depois são transcritas e, a seguir, editadas para publicação; Indicação dos interlocutores e do entrevistado antes das falas; Jornalista se prepara antes da entrevista com pesquisas e um roteiro de perguntas; Podem ocorrer perguntas de improviso; Algumas marcas de oralidade e de informalidade, dependendo do perfil do órgão de imprensa, podem ser suprimidas antes de publicada a entrevista.

15 RITCHIE, Jack. Naturalismo. Editora Vozes Limitada, 2012. Filme: Capítulo 2 – O Realismo e o Naturalismo no Brasil – O verbo (II) – A entrevista Confira! Livro: RITCHIE, Jack. Naturalismo. Editora Vozes Limitada, 2012. Filme: A cartomante. Direção: Wagner de Assis. Brasil, DVD (90min). Link: Disponível em: . Acesso em: 05/04/2017 Rogério Reis/Pulsar Imagens Uma das manifestações do hip-hop é a dança, praticada em calçadas das grandes cidades.

16 Capítulo 3 – Parnasianismo – O advérbio – A reportagemO Parnasianismo no Brasil Segunda metade do século XIX – reação à poesia romântica; Revalorização da cultura clássica greco-latina; Descrição de sentimentos sem os excessos românticos; Retrato objetivo e detalhado de cenas e objetos; Aprimoramento formal; Emprego de vocabulário sofisticado e preciso; Versos bem ritmados; Efeitos sonoros e visuais; “Arte pela arte”.

17 Capítulo 3 – Parnasianismo – O advérbio – A reportagemOlavo Bilac O mais popular dos poetas parnasianos brasileiros; Destaque pela fluidez de versos e sofisticação da linguagem; Descrições detalhadas; Rigor formal; Defesa do princípio de que a beleza resulta do esforço em sua composição e não da inspiração do autor; A finalidade da poesia é a beleza; Preferência às formas fixas; Cores, formas, textura, movimentos e sons constroem imagens primorosas em seus poemas; Poemas líricos e poemas patrióticos de caráter épico. Arquivo/D.A Press Olavo Bilac

18 Capítulo 3 – Parnasianismo – O advérbio – A reportagemPalavra que acrescenta atributos, qualificações, particularidades, a outros termos ou a orações inteiras; Não sofrem nenhuma variação, independem do tempo, do número e das pessoas envolvidas no enunciado; Palavras denotativas: têm função semelhante aos advérbios, mas não são classificadas como advérbios pela gramática normativa.

19 Capítulo 3 – Parnasianismo – O advérbio – A reportagemCLASSIFICAÇÃO DOS ADVÉRBIOS Lugar/espaço; Tempo; Modo; Afirmação; Negação; Dúvida; Intensidade; Interrogação. Laerte (Disponível em: Acesso em: 18/1/2016.)

20 Capítulo 3 – Parnasianismo – O advérbio – A reportagemComum a presença de dados numéricos e estatísticos – fundamentar cientificamente as informações; O jornalista pode utilizar vários recursos que conferem amplitude e profundidade ao tema, como entrevista com especialistas, relato de casos verídicos, comparações, exemplo histórico, citações de pessoas ilustres.

21 Capítulo 3 – Parnasianismo – O advérbio – A reportagemConfira! Livro: FISCHER, Luís Augusto. Parnasianismo brasileiro: entre ressonância e dissonância. Edipucrs, 2003. Filme: O caçador de esmeraldas. Direção: Oswaldo de Oliveira. Brasil, DVD (105min). Link: Disponível em: . Acesso em: Fernando Favoretto / Criar Imagem Reportagem