1
2 Tomada de decisão na escolha de milho para silagemUniversidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” Departamento de Zootecnia Tomada de decisão na escolha de milho para silagem João Luiz Pratti Daniel Maity Zopollatto Luiz Gustavo Nussio Chapecó, Abril
3 FONTES DE VOLUMOSOS DECISÃOCUSTO LOGÍSTICA PRODUÇÃO BALACEAMENTO
4 FUNDAMENTO Qualidade Produtividade GERENCIAMENTO do RISCO MilhoSorgo Girassol Alfafa Aveia Cana-de-açúcar Silagem capim Feno de gramínea
5 APTIDÃO AGRÍCOLA Topografia; Fertilidade; Drenagem;Logística operacional; Recursos humanos;
6 Erosão/Degradação das glebas;Produtividade decrescente; Baixo valor nutritivo na forragem; Elevado custo do nutriente.
7 CUSTOS DE PRODUÇÃO DE VOLUMOSOS SUPLEMENTARES
8 Custos de produção de volumosos suplementaresParâmetros Sil. milho sorgo tanzânia Cana mecanizada manual Sil. Cana Formação Manutenção Planta Soca Insumos 2010,02 1745,72 1569,97 1513,00 2379,42 601,50 Investimentos 171,91 694,66 - 169,84 Preparo do solo 225,44 59,84 164,69 Plantio e tratos culturais 145,70 62,13 23,95 668,06 99,75 Colheita e ensilagem 842,79 928,53 1102,35 541,50 1410,18 1238,50 Descarga e distribuição 661,59 1122,34 509,12 1040,40 Aditivação 13,17 TOTAL (R$/ha) 4057,44 3878,88 4402,33 2379,60 3248,28 3790,88 TOTAL (R$/t MV) 99,49 88,16 67,73 28,54 38,95 61,43 TOTAL (R$/t MS) 310,92 293,85 338,64 95,12 129,84 204,77
9 Componentes do custo na produção de silagem de milho
10 Tabela 1 - Parâmetros agronômicos e nutricionais de volumosos suplementaresSilagem milho Silagem sorgo Silagem Tanzânia Cana fresca Silagem cana Produtividade (t MV/ha) 41 44 100 84 Produtividade (t MS/ha) 13,0 13,2 20,0 25,2 % MS forragem 32 20 30 NDT (%) 65 60 56 58 PB (%) 8,7 9,4 7,8 2,5 3,5
11 Simulação de custos e lucro sobre custo alimentar gerados por rações compostas por diferentes volumosos para bovinos leiteiros Vacas Holandesas Produção de leite – 30 kg/dia FDN efetivo – 27,5% MS Para o balanceamento das rações utilizou-se das seguintes fontes de ingredientes concentrados: milho moído (fonte energética) (R$450/t em 2011) polpa cítrica peletizada (fonte energética) (R$360/t em 2011), farelo de soja (fonte protéica) (R$800/t em 2011), uréia (R$940 em 2011) premix mineral-vitamínico (R$2000/t em 2011)
12 Simulação de custos e lucro sobre custo alimentar gerados por rações compostas por diferentes volumosos para vacas leiteiras confinadas Variável Silagem milho Silagem cana Cana Custo do volumoso (R$/t MV) 99,49 61,43 28,54 % volumoso na ração (% MS) 55,00 42,00 46,00 Produção de leite predita (kg/d)1 30,0 Custo da ração (R$/kg MS) 0,488 0,490 0,423 Custo alimentar por litro de leite (R$/L) 0,325 0,327 0,282 Receita sobre custo alimentar2 (R$/L) 0,575 0,573 0,618 Receita/receita da sil. milho (%) 100,00 99,65 107,48 1 Consumo de matéria seca = 20,0 kg MS/d 2 Inclui apenas o custo da ração; Preço do leite = R$ 0,90
13 Comparação de volumososProjeção de receita líquida (RL) na engorda de bovinos recendo rações com diferentes volumosos balanceadas para atingir GPD 1,25 kg/dia Volumoso RL (R$/t MS ração) RL(R$/ha/ano) Silagem de milho 132,76 3.801,39 100 Cana-de-açúcar 171,80 17.590,14 129 Silagem de cana-de-açúcar 148,65 15.220,14 112
14 FONTES DE VOLUMOSOS DECISÃOCUSTO LOGÍSTICA PRODUÇÃO BALACEAMENTO
15 Desempenho cana- LeiteTabela . Desempenho de animais e composição do leite de vacas alimentadas com ração contendo diferentes fontes de volumosos Sil Cana Cana Cana + Sil Milho Sil Milho IMS 23,5a 22,3b 21,3c Produção leite, kg/dia 24,4 24,6 25,2 25,5 Fonte: Adaptado de Queiroz (2006)
16 Ingredientes das rações - LeiteSilagem de Milho Silagem de Cana Sil milho + Sil cana 39,2% 19,6% 50,0% 25,0% Milho 13,8% 22,1% 17,9% Mineral 2,3% F.Soja 20,9% 23,4% 22,2% Polpa Cítrica 13,0% eFDN forragem 1 1,2 eFDN, % MS 25,61% 25,85% 25,88% FDN milho: 50% FDN cana: 52% eFDN milho: 50% eFDN cana: 62% Dietas iso eFDN Fonte: de Sá Neto (2012) no prelo
17 Fonte: de Sá Neto (2012) no prelo
18 Custo do nutriente do volumoso
19 Custo do Nutriente Custo de produção de NDT em função da produtividade de MS de volumoso suplementar (silagem de milho) SILAGEM Produtividade (t MS/ha) R$/t MS NDT (%) 70 68 65 60 55 50 45 R$/t NDT 12,0 276 394 406 425 460 502 552 613 14,5 228 326 335 351 380 415 456 507 17,0 195 279 287 300 325 355 390 433 GRÃO R$/saca (60 kg) 24 25 26 27 28 29 88% MS, 85% NDT – R$/t NDT 535 557 579 602 624 646
20 Consumo de matéria-seca (kg/d)Tabela. Efeito da qualidade e da inclusão da silagem de milho na dieta no desempenho de bovinos de corte em confinamento Ganho de peso (kg/d) NDT %Forragem 58 65 72 20 1,42 1,47 1,52 30 1,34 1,49 40 1,24 1,36 1,46 Consumo de matéria-seca (kg/d) 9,01 8,94 8,86 9,12 9,02 8,91 9,21 9,10 8,97 NRC – Gado de Corte (1996) Nelore, PM= kg PV, Silagem milho (R$330, t MS-1), Milho grão (R$ 455 – 568, t MS-1), Uréia (R$1500, t MS-1), Mineral (R$2000, t MS-1).
21 Lucro/@ - Milho R$24/saco NDT %Forragem 58 65 72 20 R$ 5,4 R$ 9,1 Tabela. Efeito da qualidade e da inclusão da silagem de milho no lucro por arroba em função do preço de aquisição do milho grão - Milho R$24/saco NDT %Forragem 58 65 72 20 R$ 5,4 R$ ,1 R$ 12,4 R$ ,98 30 R$ ,8 R$ 7,0 R$ 12,2 R$ ,42 40 -R$ 4,8 R$ ,6 R$ 11,7 R$ ,42 R$ ,18 R$ ,52 R$ ,74 R$ ,16 - Milho R$30/saco -R$ 9,9 -R$ 5,5 -R$ 1,7 R$ ,19 -R$ 13,6 -R$ 6,3 -R$ 0,4 R$ ,17 -R$ 18,0 -R$ 7,3 R$ 0,7 R$ ,66 R$ ,09 R$ ,82 -R$ ,38 R$ ,28 NRC – Gado de Corte (1996) Nelore, PM= kg PV, Silagem milho (R$330, t MS-1), Milho grão (R$ 455 – 568, t MS-1), Uréia (R$1500, t MS-1), Mineral (R$2000, t MS-1).
22 Valor nutritivo de silagens de milho em amostras coletadas no BrasilItem N. de amostras Média Desvio Padrão Teor de MS (%) 265 31,29 7,25 Proteina Bruta (% da MS) 269 7,27 1,18 Lignina (% da MS) 80 4,93 1,38 FDA (% da MS) 141 31,22 4,73 FDN (% da MS) 190 55,63 6,62 Amido (% da MS) 18 22,25 6,34 NDTobs (% da MS) 47 63,44 2,90 Fonte: Composição Química e Bromatológica de Alimentos (CQBAL 3.0)
23 Valor nutritivo de silagens de milho em amostras coletadas no BrasilVariável Média Máxima Mínima MS 29.97 46.80 11.90 PB 7.24 11.39 2.79 FDA 30.28 65.10 3.98 FDN 48.98 72.80 23.61 LIG 3.77 6.48 2.30 N-NH3/NT 14.14 37.76 1.53 NDT (ESTIMADO) 63.58 72.29 39.00 NDT (ESTIMADO WEISS) 65.73 69.62 59.96 Fonte: Laboratório de Bromatologia- Departamento de Zootecnia ESALQ/USP 269 amostras analisadas entre 2004 e 2012
24 Reflexão “Aquilo em que pensamos muda todos os dias, mas a maneira de pensar não tem se alterado em milhares de anos” Leamnson, 2001
25 Valor nutritivo de silagens de milho em amostras coletadas nos EUAItem N. de amostras Média Amplitude Desvio Padrão Teor de MS (%) 209026 33,74 23,72 43,76 10,02 Proteina Bruta (% da MS) 201011 8,25 7,22 9,28 1,03 Lignina (% da MS) 164101 3,32 2,63 4,01 0,69 FDA (% da MS) 198126 25,94 21,88 30,01 4,07 FDN (% da MS) 206484 43,88 37,90 49,85 5,97 Amido (% da MS) 166545 31,60 24,03 39,16 7,56 NDT (% da MS) 198966 70,60 66,48 74,72 4,12 Amostras analisadas no período de maio de 2000 à abril de 2011. Fonte: Dairy One Cooperative Inc, 2011
26 Fonte: Cumberland Valley Analytical Services, 2011.Distribuição da digestibilidade in vitro de FDN em amostras de silagem de milho Fonte: Cumberland Valley Analytical Services, 2011.
27 Top 10 - Concurso de silagem 2011 - Fundação ABCProdutor % NDT % FDN 1 73 36 2 72 41 3 75 39 4 71 5 47 6 40 7 70 46 8 74 42 9 10 Média 72,4 40,8
28 Top 10 - Concurso de silagem 2011 - Fundação ABC
29 FONTES DE VOLUMOSOS DECISÃOCUSTO LOGÍSTICA PRODUÇÃO BALACEAMENTO
30 Prêmio silagem alto padrão Diagnóstico da silagem27,5 24 + 36 12
31 Pontos Críticos da Qualidade de ForragemPonto de Colheita
32 Equilíbrio Agro-nutricionalProdutividade Qualidade
33 Contribuição das estruturas morfológicas em plantas de milho para silagem43,6 65,9 34,0 Adaptado ESALQ/IAC (2001) e CAETANO (2001)
34 Modelo para Maximização da Função Valor Nutritivohaste + folhas % Grãos Máxima [Energia]
35 Modelo para Maximização da Função Valor Nutritivo% amido x Dig. amido % FDN x Dig. FDN Máxima [Energia]
36 Índices de produtividadeProdução de MS x DVIVMS PMSD (kg/ha)
37 LOCAIS DA EXPERIMENTAÇÃOLocais – Safra 2010/11 Votuporanga Pindorama Andradina Mococa Tatuí
38
39
40 Comparação de Cultivares Transgênicos Bt e Convencionais
41 Duarte, A.P .(2010)
42 Duarte, A.P .(2010)
43 Duarte, A.P .(2010)
44 Duarte, A.P .(2010)
45
46 Duarte, A.P .(2010)
47 Evolução na “Linha de Leite”do grão
48
49 Variações observadas em produtividade e valor nutritivo de híbridos de milho para silagem durante o desenvolvimento da cultura. Joseph G. Lauer - University of Wisconsin
50 Milho
51 Ponto de Colheita
52 Ponto de Colheita
53 Aspecto visual - Falsa Impressão!34% MS 28% MS Kung, 1999
54 Figura 3 - Alteração dos teores de MS da planta dos híbridos de milho para silagem ao longo das idades de corte nas safras 2002 e 2003 Zopollatto, M .(2002)
55 Figura 5 - Perfil de produção de MS da planta inteira dos híbridos de milho para silagem ao longo do tempo, nas safras 2002 e 2003 Zopollatto, M .(2002)
56 Tabela - Produção média de MS (kg/ha) da planta ao longo dos cortes nas safras 2002 e 2003EPM1 1 2 3 4 5 6 7 8 2002 9.784e 10.038e 12.234Bd 14.458Bc 15.165Bc 17.673Bb 17.488Bb 19.360a 610 2003 9.586e - 15.522Ad 16.445Ad 19.004Ac 20.761Ab 21.326Ab 20.860a 606 1EPM – erro padrão da média. Médias seguidas de letras diferentes, maiúscula na coluna ou minúscula na linha, diferem entre si estatisticamente pelo teste t de Student (P<0,05). Zopollatto, M .(2002)
57 Figura 7 - Curvas de produção de grãos dos híbridos de milho para silagem ao longo da idade da planta, nas safras 2002 e 2003 Zopollatto, M .(2002)
58 Acúmulo de MS vs MaturidadeFonte: ESALQ/IAC 2001 Nussio, L.G (2002)
59
60 Figura 9 - Comportamento da porcentagem de colmo dos híbridos de milho para silagem ao longo das idades de corte nas safras 2002 e 2003 Zopollatto, M .(2002)
61 Figura 13 - Comportamento da porcentagem de folhas verdes dos híbridos de milho para silagem ao longo das idades de corte nas safras 2002 e 2003 Zopollatto, M .(2002)
62 Figura 17 - Comportamento da porcentagem de grãos dos híbridos de milho para silagem ao longo das idades de corte Zopollatto, M .(2002)
63 Figura 18 - Porcentagem média de grãos dos híbridos de milho para silagemZopollatto, M .(2002)
64 Figura 19 - Porcentagem média de grãos ao longo dos cortesZopollatto, M .(2002)
65 Figura 23 - Comportamento do teor de FDN digestível da planta nos híbridos de milho para silagem ao longo das idades de corte nas safras 2002 e 2003 Zopollatto, M .(2002)
66 Figura 25 - Comportamento do teor de amido da planta nos híbridos de milho para silagem ao longo das idades de corte nas safras 2002 e 2003 Zopollatto, M .(2002)
67 Figura 26 - Comportamento da DVIVMS da planta nos híbridos de milho para silagem ao longo das idades de corte nas safras 2002 e 2003 Zopollatto, M .(2002)
68 Figura 27 - Comportamento da PMSD da planta nos híbridos de milho para silagem ao longo das idades de corte nas safras 2002 e 2003 Zopollatto, M .(2002)
69 Figura 29 - Comportamento do teor de FDN digestível do colmo nos híbridos de milho para silagem ao longo das idades de corte nas safras 2002 e 2003 Zopollatto, M .(2002)
70 Figura 31 - Comportamento da DVIVMS do colmo nos híbridos de milho para silagem ao longo das idades de corte nas safras 2002 e 2003 Zopollatto, M .(2002)
71 Figura 34 - Comportamento do teor de amido do grão nos híbridos de milho para silagem ao longo das idades de corte na safra 2003 Zopollatto, M .(2002)
72 Figura 36 - Comportamento da DVIVMS do grão nos híbridos de milho para silagem ao longo das idades de corte na safra 2003 Zopollatto, M .(2002)
73 Figura 38 - Teor médio da DVIVMS do grão ao longo dos cortesZopollatto, M .(2002)
74 Figura 40 - Produção média de MS digestível (kg/ha) do grão ao longo dos cortesZopollatto, M .(2002)
75 Produção e valor nutritivo de silagens de milho com alteração do teor de MS na colheitaMatéria seca 27% 31% 35% 39% MS kg/ha 14.680 16.180 17.660 21.050 FDN % 53,7 49,1 46,6 41,2 NDT % 67,6 68,3 66,5 70,2 *Leite kg/ha 19.930 22.552 24.045 31.238 *Carne kg/ha 1.900 2.159 2.171 3.042 * simulação Pereira et al. (2010).
76 FLINT
77 DENT
78 PERCENTAGEM DE GRÃOS BOIANTES Solução de Nitrato de Sódio Densidade 1,25Duarte, A.P .(2010)
79 r = -0,58** Fonte: Duarte et al., RBMS, 2007 DAS 2C577 DAS 8480 A 2555DKB 390 r = -0,58** Fonte: Duarte et al., RBMS, 2007
80 CULTIVARES DE MILHO EM 2009/10DENSIDADE DOS GRÃOS EM CULTIVARES DE MILHO EM 2009/10 Duarte, A.P .(2010) Fonte: ESALQ/IAC/APTA , Média de 3 locais: Mococa, Tatuí e Votuporanga
81 Evolução da digestibilidade do amido em função do estádio de maturação e da origem genética do endosperma do grão (Flint ou Dent) segundo JOHNSON (1999).
82 HIBRIDOS DE MILHO TIPO DE ENDOSPERMAProporção de endosperma vítreo em diferentes estádios de desenvolvimento do grão em híbridos Flint e Dent Híbrido Pastoso ½ Linha do leite Maturidade fisiológica Flint 59,9 67,0 72,4 Dent 38,2 46,9 47,9 Pereira et al. (2004)
83 Influência da preparação da amostra, do genótipo e do método conservação sobre a taxa e a extensão de degradação ruminal in situ da matéria seca (MS) do grão de milho A = Fração Rapidamente degradável, B = Fração lentamente degradável, C = Taxa de degradação. 1- Degradabilidade efetiva, calculada pela equação a+bc/(c+k), onde k = taxa de fluxo ruminal (valor assumido de 0,05/h). Fonte: PHILIPPEAU e MICHALET-DOREAU (1998)
84 Resultados preliminares de trabalhos em curso tem revelado tendência de maior DVIVMS e do FDN da porção vegetativa de plantas Flint, fato que poderá compensar a menor DVIVamido e da MS da fração grãos. Com isso o valor nutritivo de plantas Flint e Dent poderiam ser pouco diferentes.
85 ALTURA DE CORTE Variável Altura de corte 20 cm 42 cm MS, % 35,69a33,31b FDN, % 47,8a 41,47b DVIVMO, % 58,6b 66,67a ED, Mcal/kg MS 2,583b 2,929a Produção MS, kg/ha 10945 10207 CMS, kg/dia 7,43 7,2 GPD. Kg/dia 1,267 1,29 CA, CMS/GPD 5,87 5,62 Fonte: Adaptado de Restle et al. (2002)
86 ALTURA DE CORTE FDA (-10.2%) FDN (-7.4%) Prod. de forragem (-7.4%)Wu and Roth (2005) 11 estudos corte baixo (17,8 cm) x corte alto (48,2 cm) FDA (-10.2%) FDN (-7.4%) Prod. de forragem (-7.4%) MS(+6%) PB (+2%) Amido (+5.9%), FDN digestível (+4.7%) Dig.da MS (+2.5%)
87 ALTURA DE CORTE Variável Altura de corte 10-15 cm 46-51 cm Amido, %29,74b 31,73a FDN, % 42,91a 39,57b Produção de MS, t/ha 25,1a 20,9b CMS, kg/dia 26,9 27,3 Produção de leite, kg/dia 46,8 47,7 Fonte: Adaptado de Kung et al. (2008)
88 CONCLUSÕES Exploração de maior produtividade por área e menor consumo de energia nos sistemas de produção é chave para maior economia e sustentabilidade A cultura de milho para silagem somente se justifica caso alcance alto valor nutritivo Híbridos melhores para produção de silagem resultam da sinergia entre alta porcentagem de grãos e colmo de maior valor nutritivo O Brasil dispõe de bom material genético para produção de silagem de milho de qualidade.
89 OBRIGADO
90
91 Valor nutritivo similarAtual
92 silagem milho:cana Custo~2:1 Atual cana melhor retorno econômico/alq Atual
93 MILK 2000 Avaliação de Milho para Silagem Sistema Schwab-ShaverNEL (Mcal/kg) = (( DIGPB + DIGAG + DIGamido + DIGA+AO + DIGFDN - 7) * )- 0.12 DIGPB = 0.93 * PB (%) DIGAG = ((AG% - 1) * 0.97 * 2.8) DIGamido = ( Amido % * digestibilidade amido %) digestibilidade amido % = ( * MS %) ñ processado digestibilidade amido % = ( * MS %) processado DIGA + AO= (100 - ( FDN + PB + MM + EE + Amido)) * 1 DIG FDN = FDN % * DIVFDN %
94 MILK 2000 Avaliação de Milho para Silagem Sistema Schwab-Shaver
95 MILK 2000 Avaliação de Milho para Silagem Sistema Schwab-Shaver