PPGCI/UFMG/ 07 jul 2017 Eduardo Andrade Mardochée Ogécime

1 PPGCI/UFMG/ 07 jul 2017 Eduardo Andrade Mardochée Ogéci...
Author: Marco Peres Weber
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1 PPGCI/UFMG/ 07 jul 2017 Eduardo Andrade Mardochée Ogécime Valéria Ayres Informação e estratégia: abordagens conceituais da informação como recurso. Um ensaio sobre os eixos temáticos do G4 e G5 (ANCIB) Carlos Alberto Ávila Araújo Fundamentos em Ciência da Informação

2 Objetivos Ampliar a percepção sobre a importância da informação como um recurso estratégico para atingir fins públicos e privados Reforçar os processos informacionais que suportam as tomadas de decisões Fazer uma revisão dos conceitos informacionais, de Gestão do Conhecimento e da informação e além das Políticas de Informação

3 Estrutura do ensaio Organização do conhecimento Tomada de decisão Informação como recurso estratégico G4 /G5 Política informacional O eixo horizontal reverbera para três estratos temáticos segundo interesses individuais de pesquisa dos integrantes do grupo

4 Gestão de Unidades de InformaçãoANCIB GT4 GT5 Estratos MetaInformacional Infraestrutural Políticas e regimes de informação: Informação, Estado e governo; Propriedade intelectual; Acesso à informação; Economia política da informação e da comunicação; Produção colaborativa; Poder, ativismo e cidadania; Conhecimento, aprendizagem e inovação; Ética da informação; Informação e ecologia. Administração, Gestão, Avaliação de sistemas de informação e Estudos de Usuário; Planejamento e Gestão de sistemas de Informação e Inteligência Competitiva; Gestão de Unidades de Informação Informação Como Recurso Wersig (1993) González de Gómez (1999)

5 Caráter Poli Epistemológico Dupla Hermenêutica InterdiscursosInfraestrutural - Caráter Poli Epistemológico Dupla Hermenêutica Interdiscursos Década de 1960 – recuperação da informação, bibliometria, regularidades Década de 1970 – serviços de informação, usuários, modelos cognitivistas Década de 1980 – cidadania, democratização, emancipação Década de 1990 – gestão do conhecimento Década de 2000 – hipertexto, interfaces, sociedade da informação Casal - 26/05/2017

6 Dimensão Epistemológica da CIA autora M. Nélida: propõe para o Campo da Ciência da Informação uma metodologia de pesquisa e uma dimensão epistemológica da CI com o aprofundamento do problema de pesquisa e ainda um atravessamento com questões políticas, sociais, culturais e institucionais. Pesquisa epistemológica na CI proporciona as condições necessárias para a existência da multidisciplinaridade e interdisciplinaridade sem perder a identidade. (RENDÓN- ROJAS, 2008) Outras Abordagens Nonaka e Takeushi (1997), Sveiby (1998) aponta a importância do contexto e a capacidade de ação, Capurro (1986), Rendon Rojas (2008) GONZÁLEZ DE GÓMEZ, Maria Nélida. Metodologia de pesquisa no campo da Ciência da Informação. DataGramaZero – Revista de Ciência da Informação – v.1 n.6 dez/00

7 Hermenêutica Outro fator de discussão, proposto por Nélida, está situado na dupla hermenêutica, com o caráter interpretativo, além do caráter poli epistemológico . Nesse sentido Rendon Rojas contribui com a questão ao expor que a informação está muito além dos dados e símbolos. (Rojas, 1998) “Segundo Capurro, como disciplina da hermenêutica, a CI poderia encontrar a fundamentação teórica necessária à sua ampliação de interesses, especialmente focando a pragmática social envolvida nos estudos da informação” foco na prática e paradgma social

8 Hermenêutica Capurro - (Hermeneut k der Fachinformation) (CAPURRO, 1986). / Capurro – abordagem da CI como uma sub-disciplina da retórica e da hermenêutica (CAPURRO, 1991). “Há treze anos atrás eu fiz uma investigação das raízes etimológicas do termo informação (CAPURRO, 1978). Eu re-descobri que as teorias chave da ontologia e da epistemologia gregas, baseadas nos conceitos de typos, idéa e morphé, estavam na origem do termo latim informatio. Tais conotações foram mantidas através da Idade Média, mas desapareceram quando a ontologia escolástica foi substituída pela ciência moderna. Desde aproximadamente o século XVI encontra-se o termo information nas línguas cotidianas do francês, inglês, espanhol e italiano, com o sentido que usamos hoje: ‘instruir, fornecer conhecimento’, sendo que o significado ontológico de ‘dar forma a alguma coisa’ tornou-se mais e mais obsoleta. Paradoxalmente, o significado epistemológico foi a base para a formulação de Shannon e Weaver, os quais explicitamente desconsideraram as conotações semântica e pragmática. Informação parecia assim ter perdido sua conexão com o mundo humano, e passou a ser aplicada, através de uma metáfora mais ou menos adequada, para todo tipo de processo através do qual algoestá sendo mudado ou in-formado. Através da mediação da cibernética e da ciência da computação uma infiltração inflacionária deste termo em muitas ciências (por exemplo, física, biologia, psicologia, sociologia) aconteceu”. Rafael Capurro e a filosofia da informação: abordagens, conceitos e metodologias de pesquisa em Ciência da Informação A hermenêutica como “qualquer técnica de interpretação” (ABBAGNANO, 2003) ou “interpretação do sentido das palavras” (FERREIRA, 1999).

9 Hermenêutica Gadamer, 1975 – Propõe hermenêutica como teoria filosófica Interpretação dos fenômenos humanos (estudando o sujeito na imersão completa de seu contexto) Capurro = necessidade de interpretação da informação e contextos para permitir essa interpretação (lembrar da crítica de Frohman – coletivo) Informação é conhecimento em ação (Rainer Kuhlen, 1996)

10 Interdiscursos a informação tem significados diferentes para sujeitos diferentes, que têm diferentes interesses – (Renato Fabiano Mateus, 2005 – Capurro). Nélida aponta a relação da CI com todos os outros campos de produção cultural Ciência da Informação está centrada nos interdiscursos – interdisciplinaridade e transdisciplinaridade.

11 TransdiciplinaridadeDa origem Public Libraries in the United States (1876) à GRI (1960) os usuários de informação eram tidos como elementos passivos em busca de uma adaptação aos sistemas de informação (FIGUEIREDO, 1999). Migração da problemática para os indivíduos e suas características como necessidades, motivações, hábitos e comportamentos. (Matta e Silva, 2010) O estudo das necessidades e do uso da informação é necessariamente transdisciplinar. (Choo 2003, pg. 83) A GI numa perspectiva integrativa: o modelo da “ecologia da informacional” (DAVEMPORT, 1998)

12 eCOLOGIA DA INFORMAÇÃO(Davenport 1998)

13 Gestão Estratégica da Informação

14 Política Informacional de organização do conhecimentoEixos Verticais Política Informacional A Informação como um recurso de desenvolvimento Modelo de organização do conhecimento O Modelo de Organização do conhecimento - criação de significado, geração de conhecimento e tomada de decisões Tomada de decisão A tomada de decisão sob o enfoque multidimensional e os modelos racional e comportamental.

15 Políticas da informaçãoINFORMAÇÃO – UM RECURSO EM DESENVOLVIMENTO Um público informado é o coração das instituições democráticas. O direito de saber é um direito básico em uma democracia. CHARTRAND (1998) . Com esta sentença supõe-se que a informação, entendida como conhecimento acumulado de forma comunicável, é hoje em dia, a base de todo o desenvolvimento, seja econômico, político e social (SEBASTIÁN, 2000).

16 Informação: Um recurso de desenvolvimentoDiante este tipo de sociedade, o termo informação refere-se à maneira em que se geram os requerimentos tecnológicos e normativos para sua organização, as características que devem manter os fluxos de informação em um mundo globalizado, formas e requerimentos de consumo. Assim mesmo, na sociedade dos inícios deste século, a informação é considerada como o recurso estratégico para o desenvolvimento. (VERA, 2004; p. 4).

17 Informação: Um recurso de desenvolvimentoCoisa BUCKLAND (1991) Conhecimento Processo "A Informação e o conhecimento não apenas se tornaram a principal força de transformação social, mas também a promessa de que muitos dos problemas enfrentados nas sociedades contemporâneas podem ser significativamente reduzidos se apenas a informação e habilidades são utilizadas e compartilhadas de forma sistemática e equitativa" (UNESCO, 2003; p. 12).

18 O significado da sociedade da informação na sociedade globalizada.“Se uma sociedade industrial é definida pela quantidade de bens que indicam um nível de vida, a sociedade pós-industrial é definida pela qualidade de vida medida pelos serviços e comodidades- saúde, educação, entretenimentos e as artes” (Bell, 1994, p. 152). No novo modo informacional de desenvolvimento, a fonte de produtividade acha-se na tecnologia de geração de conhecimentos, de processamento da informação e de comunicação de símbolos. (53). E acrescenta que o que é específico do modo de desenvolvimento informacional é a ação do conhecimento sobre si mesmo como principal fonte de produtividade [...], constituído pelo surgimento de um novo paradigma tecnológico baseado na tecnologia da informação. (CASTELLS, 2011, p. 53 e 54).

19 Contextualização das políticas da informação na sociedade globalizadaUne politique est un ensemble de principes et de stratégies dont le but est d'orienter l'action entreprise en vue d'atteindre un objectif donné. Les politiques doivent être élaborées au niveau d'un organisme ou d'une institution (micropolitiques) ou à l'échelon national, régional ou internationnal (macropolitiques). (MONTVITLOFF, 1990, p. 7). Instrumentos de implementação Les politiques sont formulées dans ce qu'il est convenu d'appeler les instruments d'interventions. Ceux-ci peuvent etre rangés dans les catégories suivantes: instruments juridiques (constitution, lois votées par le parlement, règlements, traités internationaux, etc.), instruments professionnels (codes de conduite, codes déontologiques, règles de l'art, etc.) et instruments culturels (coutumes, croyances, traditions, valeurs sociales, etc. (MONTVITLOFF, 1990, P. 7).

20 Contextualização das políticas da informação na sociedade globalizada“Devem-se estabelecer políticas da informação que sejam compreensivas com as novas tecnologias da informação e comunicação (TIC) e que sejam susceptíveis às implicações da Era da informação em que estamos imersos”. (MENDEZ, 1999; p. 4) “As políticas de informação estão em estreito vínculo com as políticas gerais de um país, com as políticas públicas de educação e cultura, e as realidades históricas e sociais da própria nação”. (Campos, 1999, p. 2). O propósito de uma política da informação é fortalecer o bem-estar geral através difusão, a toda a sociedade e economia, os benefícios da informação e as tecnologias associadas a ela. (MENDÉZ, 2004, p. 5).

21 Pesquisa sobre políticas da informação: um extenso campo de estudo.Propósitos de uma PI O propósito de uma PI é o "acesso e utilização ótima dos conhecimento especializado e profissionais, informação científica, técnica, social e econômica e as técnicas desenvolvidas ou disponíveis no país e em outras partes do mundo como um recurso destinado a resolver problemas e para o desenvolvimento em todos os setores da sociedade". (MONTVILOFF, 1990, p.7). As PI são projetadas para atender às necessidades e regular as atividades dos indivíduos, a indústria e o comércio,todos os tipos de instituições, organizações e governos nacionais, locais ou supranacionais. Elas devem normalizar a capacidade e a liberdade de obter, possuir e armazenar a informação, usá-la e transmiti-la. (NEELAMEGHAN, 2001, p. 9).

22 Pesquisa sobre políticas da informação: um extenso campo de estudo."As Políticas e estratégias de informação podem e devem contribuir decisivamente para o desenvolvimento sustentável da sociedade baseado nas oportunidades que são dadas aos indivíduos dentro dela, para autogerenciar seu próprio desenvolvimento através da troca de informação e conhecimento". (ZALDÍVAR COLLAZO, 1998, p.34). Objetivos de uma PI "Identificar as necessidades de informação de um país e garantir que elas sejam satisfeitas, na medida em que permitem que os recursos escassos, da forma mais ampla, rápida, econômica e conveniente. (GRAY, 2007, p.12).

23 Pesquisa sobre políticas da informação: um extenso campo de estudo.Portanto, essas políticas devem atender as seguintes funções: Análise da situação prevalecida Definição dos objetivos a serem alcançados. Estabelecimento dos critérios de desempenho. A formação, capacitação e atualização da sociedade. Promover o acesso e uso da informação. Seguimento das políticas implementadas (CEBASTIÁN et al., 2000, p )

24 Pesquisa sobre políticas da informação: um extenso campo de estudo.Por isso, é importante ressaltar e ter em conta todas as iniciativas, projetos, propostas, planos e programas que têm a ver também com:  O aspecto tecnológico e informático, devido a irrupção das TIC que têm modificado as antigas formas de informar-se, por parte do usuário; O armazenamento, seleção, recuperação e disseminação da informação por parte das instâncias responsáveis, neste caso as bibliotecas e seus profissionais; arquivistas e demais profissionais da informação. As competências com que o usuário ha de contar ao momento de pesquisar (procurar) a informar requerida. Os conteúdos que devem ser oferecidos aos usuários, e que satisfazem as suas necessidades de informação. As iniciativas em prol de uma transparência do governo, entre outras.

25 Pesquisa sobre políticas da informação: um extenso campo de estudo.Os estudos sobre a análise das políticas da informação apresentam um alto grau de “pluralismo teórico”. (ALMADA ASCENCIO, 2004, p. 26) Nos EUA mais de 225 leis relacionadas com as várias facetas das PI já tinham aparecido desde 1977 e nesse tempo, a atenção postas nas mesmas estava em ascensão. (LEE CHARTRAND, 1998) O autor expõe diferentes métodos de coleta de Dados identificados entre 1984 e 2004, que alguns autor utilizaram para abarcar a análise das PI. Seguintemente, estão listados alguns dos dados encontrados:  Análise paradigmático (Mairead Browne); Valores no discurso (valor discursivo)(Frank Webster); Análise de valores em política da informação (Overman eCahill); Análise dos protagonistas (Burgoyne); Natureza da sociedade (Tamara Eisenschitz).

26 Pesquisa sobre políticas da informação: um extenso campo de estudo.É importante considerar o trabalho de Rowlands (1996). Este autor apresenta os grandes grupos em que são agrupados as PI ao estudá-las:  A proteção da informação que abriga a segurança nacional, o sigilo governamental ou oficial, a privacidade, a segurança da informação e a proteção dos dados e fluxos de dados (transfronteirizos). O mercado da informação, que aborda os temas: mercado da informação, propriedade intelectual, direito de autor, fluxos de dados (transfonteras), proteção de dados, radiodifusão e serviços universais. Radiodifusão e as telecomunicações, que agrupam a liberdade de expressão, das telecomunicações, a legislação das mídias em geral, o serviço universal e a radiodifusão.

27 Pesquisa sobre políticas da informação: um extenso campo de estudo.O acesso a informações do governo: repositório legal, bibliotecas nacionais, políticas de informação, liberdade e acesso a informação, publicações do governo, gestão de fontes de informação ou de recursos informativos governamentais, sociedade da informação. A sociedade da informação e infraestrutura: indústria da informação, infraestrutura da informação e sociedade da informação.

28 Pesquisa sobre políticas da informação: um extenso campo de estudo.Neste contexto, será necessário ter em conta três tendências: A expansão das indústrias da informação; O uso crescente de informação como um recurso corporativo; O uso da informação como elemento de cidadania. (MOORE, 2008)

29 De acordo com Moore (2008), não é realista a formulação de uma política única de informação. A política deve abranger um número de áreas diferentes, cada uma das quais está sujeito aos efeitos da mudança tecnológica rápida. Ele mencionou que é mais apropriado desenvolver um conjunto de políticas, cada uma das quais lhe concernira um aspecto particular de informação e seus usos. Para alcançar isso será necessário primeiramente, especificar as áreas que precisam de ser cobertas pelas políticas. Pois é possível analisar as necessidades da política em três níveis: Industrial, organizacional e social. Neste último trata-se de assegurar que os indivíduos recebem a informação que necessitam para desempenhar o seu papel como cidadãos e para receber o benefício que a sociedade tem de oferecer-lhes. Também identifica cinco elementos que são comuns a cada um dos níveis supramencionados: Tecnologia da Informação, Arquitetura da Informação, Mercado da Informação, Recursos Humanos, legislação e regulação.

30 Baseando-se no modelo da EU, o autor Bender (1993) propõe analisar as políticas da informação a partir dos aspectos mais relevantes, tais como: As tecnologias da informação As fronteiras da informação Proteção de dados. Direitos intelectuais Indústria da informação pública e privada Informação científica e técnica Telecomunicações Estandardização do uso da informação Educação e formação.

31 Organização do conhecimentoContexto empresarial Competitividade A informação e sua importância como processo

32 Organização do conhecimentoNesse sentido, é importante entender como se dá a construção do conhecimento e a condição para a tomada de decisão, a partir da busca e do uso efetivo das informações. Num segundo momento, pretende-se aprofundar sobre o comportamento dos empresários de empresas de micro e pequeno porte, como usuários O eixo vertical a ser analisado nesse documento se baseia na teoria da Organização do Conhecimento, proposta por Chun Wei Choo e a forma como construiu sua proposta de uso da Informação.

33 Organização do conhecimentoA informação sob o ponto de vista holístico e as três arenas estratégicas de uso da Informação propostas por Choo Arena 1 – Criação de Significado – Ambiente Externo - Nessa arena, a interpretação e criação de respostas para mudanças do ambiente são abordagens dos gestores, para criar significados para as mudanças e gerar uma resposta. Modelo proposto por Karl Weick (1955), que a partir de uma mudança no ambiente (mudança ecológica) exige dos envolvidos na organização a Interpretação desse ambiente, Selecionam os elementos e reduz as ambiguidades e por fim retém e armazena para o futuro. Curiosidade: Weick usa o termo organizing e não organization

34 Organização do conhecimentoSegunda Arena - construção do conhecimento o processamento da informação e geração de conhecimentos a partir das combinações e condições da organização. É o que Peter Drucker define como aplicar o conhecimento ao conhecimento (apud Choo, 2003). Concentração e conversão de conhecimentos e experiências Os autores apontados por Choo como base para a explicação de sua segunda arena são Nonaka e Takeushi (1995) - aspecto social e epistemológico - conhecimento tático em conhecimento explícito - retroalimentar e gerar novos conhecimentos Nonaka remete a Polanyi (1967) - ampliar percepção do conhecimento além do falado e expresso. Condição consciente Nonaka e Takeushi propõem 5 fases do processo de criação de conhecimento: compartilhamento do conhecimento tácito (no sentido de compartilhar e socializar); criação de conceitos; justificação e definição pela organização se o conceito é válido; construção de protótipos e arquétipos ou sistemas, considerando um mecanismo ou infra estrutura; nivelamento e difusão ou extensão para outras áreas da organização.

35 Organização do conhecimentoTerceira Arena: uso das informações e sua avaliação para tomada de decisões. Se a organização tem pessoas com racionalidade limitada, o processo organizacional e a organizção em si é intencionalmente racional (Choo, 2003 – pag. 43). Criar regras e premissas e, com a redução do risco partir para a ação. Choo – indica interligação entre os processos, considerando condições ambientais, capital intelectual e humano e convergência para a ação. – como “movimento cíclico ou evolutivo”, onde existe uma interpretação da informação e criação de significado. Num segundo momento (não cronológico) uma conversão da informação e construção de conhecimento, para então haver um processamento da informação que leva a ação estratégica e tomada de decisão. trajetória.

36 Organização do conhecimentoCHOO, nessa terceira Arena, cita o esquema de Simon e March para tomada de decisão nas organizações.

37 Tomada de decisão A emergência de um paradigma tecno-econômico baseado em inovação, informação e conhecimento (ANDRADE e; ALVARENGA NETO, 2009). Um grande investimento em tempo, esforço e dinheiro é gasto mundialmente na busca de informações, processos de distribuição, TI, entre outros, mas o uso da informação às vezes é negligenciado. Davenport (1998) A origem - comportamento humano e processo decisório têm início em 1763 com Thomas Bayes A teoria das decisões e perspectiva multidisciplinar de conhecimento - estatística, ciência da informação, filosofia, marketing, psicologia e economia. Garcia (2010)

38 Tomada de decisão As duas correntes de pensamento (Taylor 1986) RACIONAL diz respeito a sistemas de informação e busca pela decisão ótima, se esforça em conseguir alinhar elementos de decisão que levariam a resultados ótimos. COMPORTAMENTAL procura entender as variáveis que interferem no contexto de problemas dos indivíduos e qual seu comportamento informacional. Esforça-se em explicar o fenômeno da tomada de decisão sob uma perspectiva interligada e menos processual

39 1 2 3 Tomada de decisão A VISAO DE SIMON - O indivíduo e o comportamento: de visão panorâmica das alternativas de comportamento, antes da tomada de decisão; da consideração de todo o complexo de consequências que advirão de cada escolha; da escolha, tomando o sistema de valores como critério, de uma alternativa entre todas aquelas disponíveis.

40 Tomada de decisão “Os problemas não surgem de forma estruturada, delineada e clara como nas escolas de administração.”(MINTZBERG e WESTLEY, 2001) Space of action As decisões e consequências das escolhas atingem apenas o razoável e não o ótimo em função de não ter domínio de todas as alternativas disponíveis. Simon (1965)

41 Tomada de decisão O homem é, em parte, fruto das escolhas que faz. Entender seu comportamento enquanto decisor contribui para a compreensão da própria decisão, além das consequências desta sobre o próprio indivíduo (PIMENTEL, 2005).

42 Obrigado! Eduardo Andrade Mardocée Ogécime Valéria Ayres