1 Qualidade na saúde Implementação e PráticasANO LETIVO 2016/2017 Agrupamento de Escolas da Trofa Escola Secundária da Trofa Qualidade na saúde Implementação e Práticas Curso Profissional: Técnico Auxiliar de Saúde Módulo 4- Qualidade na Saúde Disciplina: Gestão e Organização dos Serviços e Cuidados de Saúde Professora: Sandra Soares Lara Fernandes nº12 Márcia Ferreira nº14 Tatiana Soares nº15 Ana Cláudia nº17 1108
2 Índice Introdução; Motivações para a Qualidade dos Serviços de Saúde ;Norma Portuguesa ISSO 9001; Melhoria Contínua; Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ); Pontos de Ação da Melhoria Contínua nos Serviços de Saúde; Âmbitos de aplicação de um SGQ; Finalidade do Manual da Qualidade; Pontos-Chave da Gestão da Qualidade; Objetivo Essencial do Manual da Qualidade; Finalidades da Formação Profissional; Responsabilidades do TAS na Implementação e Continuidade da Qualidade no Serviço/ Unidade de Saúde ; Vantagens da Formação Profissional; Conclusão.
3 Introdução A qualidade na saúde engloba questões bastante amplas, que vão desde a educação e saneamento básico, acesso a informações sobre programas de prevenção primária e rastreamento das diversas doenças, formação profissional, disponibilidade de equipamentos para diagnóstico complementar e dos recursos terapêuticos. Aqui concretizamos uma abordagem ao tema da qualidade na saúde, definindo a norma ISO 9001, analisando o conteúdo do manual da qualidade, reconhecendo as responsabilidades do TAS na implementação do SGQ e caraterizando a melhoria contínua nos serviços de saúde. Fig.1
4 Norma Portuguesa ISO 9001 O ISO 9001 é uma norma internacionalmente reconhecida que especifica requisitos para Sistemas de Gestão da Qualidade e tem como objetivo principal melhorar a gestão de uma empresa. Pode ser aplicado em conjunto com outras normas de funcionamento, como normas de saúde, de meio ambiente e de segurança. Para alcançar a certificação da ISO, uma empresa deve cumprir certos requisitos para que as várias fases sejam cumpridas, de forma adequada. Através do ISO 9001 uma organização melhora a prestação de serviços ao cliente. Fig.2
5 Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ)O Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) é a estrutura organizacional criada para gerir e garantir a qualidade, os recursos necessários, os procedimentos operacionais e as responsabilidades estabelecidas. O SGQ deve ser documentado e formalizado através do Manual da Qualidade, devendo incluir os elementos que identifiquem claramente a forma de gestão que possa ter influência na qualidade do produto ou serviço final. Fig.3
6 Âmbitos de aplicação de um SGQPodem ser considerados os seguintes âmbitos de aplicação de um SGQ: Uma organização completa, isto é, em que seja englobados todos os serviços prestados pela organização ao cliente; Parte(s) de uma organização que presta(m) um ou mais serviços ao cliente; Parte(s) de uma organização que presta(m) um ou mais serviços a clientes internos, isto é, a outras unidades orgânicas dentro da mesma organização. Fig.4
7 Modelo de Gestão de Processos
8 Finalidade do Manual da QualidadeO Manual da Qualidade é o documento que serve de guia de referência do Sistema da Qualidade. É utilizado para descrever as suas principais características e também indicar os procedimentos que cobrem os requisitos da norma de referência. Fig.5
9 Objetivo Essencial do Manual da QualidadeDefinir a estrutura fundamental do sistema de gestão da qualidade, ao mesmo tempo que serve como referência permanente na sua implementação, manutenção e avaliação. No manual da qualidade podem constar procedimentos para efetuar alterações, revisões ou aditamentos ao seu conteúdo. Fig.6
10 Objetivo Essencial do Manual da QualidadeO Manual da Qualidade deve ser apoiado por procedimentos documentados, como por exemplo: Instruções relativas ao aprovisionamento; À produção; À inspeção e ensaio. Estes procedimentos podem tomar várias formas, de acordo com a dimensão e atividade da organização.
11 Responsabilidades do TAS na Implementação e Continuidade da Qualidade no Serviço/ Unidade de SaúdeDe modo a atuar de acordo com as normas de qualidade e garantir a melhoria contínua e a excelência de cuidados ao utente, o técnico/a auxiliar de saúde tem autonomia para prosseguir os seguintes objetivos: Garantir os mais elevados níveis de satisfação do utente: O respeito e empatia nas relações com o utente. Fig.7
12 Responsabilidades do TAS na Implementação e Continuidade da Qualidade no Serviço/ Unidade de SaúdeAjudar os utentes a alcançar o máximo potencial de saúde, tendo conhecimento dos recursos do utente, família e comunidade e criando oportunidades para promover hábitos saudáveis. Prevenir complicações para a saúde dos utentes: O rigor técnico e supervisão das atividades delegadas. Fig.8 Fig.9
13 Responsabilidades do TAS na Implementação e Continuidade da Qualidade no Serviço/ Unidade de SaúdeConjuntamente com o utente, desenvolver processos eficazes de adaptação aos problemas de saúde: A continuidade de prestação de cuidados e a otimização das capacidades do utente. Fig.10
14 Responsabilidades do TAS na Implementação e Continuidade da Qualidade no Serviço/ Unidade de SaúdeContribuir para máxima eficácia na organização dos cuidados: Profissionalismo e motivação para o trabalho. Fig.11
15 Motivações para a Qualidade dos Serviços de SaúdeA necessidade de considerar as necessidades, valores e exigências dos clientes; O reconhecimento de que os sistemas e os processos são críticos para a qualidade; A necessidade de implicar os diferentes profissionais da organização no processo de certificação da qualidade; A necessidade de aumentar o papel da administração na qualidade; A necessidade de investir na formação para o controlo e para a garantia da qualidade.
16 Melhoria Contínua A melhoria contínua anda associado à existência de uma cultura da organização, e à definição de ações corretivas e preventivas. Para ela ocorrer é imprescindível: Dar aos colaboradores formação e ferramentas orientadas para a melhoria; Existir comunicação interna das atividades associadas à gestão da qualidade; Reconhecer as melhorias. Fig.12
17 Implementações PráticasUtilizar uma abordagem consistente e desdobrada que assegura a melhoria continua; Formação de todos os colaboradores; Tornar a melhoria contínua um objetivo para cada colaborador; Definir metas de orientação e mecanismos de detenção e avaliação da melhoria contínua; Reconhecer progressos.
18 Pontos de Ação da Melhoria Contínua nos Serviços de SaúdeEsforços para conhecer mais o utente e associar constantemente esse conhecimento às atividades diárias; Esforços para modelar a cultura das organizações, no sentido de promover o brio, alegria, a colaboração e o pensamento científico; Esforços para aumentar de forma continuada os conhecimentos acerca do controlo da variação dos processos de trabalho, através da utilização generalizada de métodos científicos de recolha de dados, analise e ações daí derivadas. Fig.13
19 Pontos-Chave da Gestão da QualidadeA gestão da qualidade no sentido da melhoria contínua é uma abordagem compreensiva tanto cultural como técnica incluindo os seguintes aspetos-chave: A prioridade para a qualidade deve ser definida a partir do ponto de vista do utente; Satisfazer e ultrapassar os requisitos dos utentes, satisfazer as suas expectativas, entender as suas necessidades e exigências futuras; Sensibilização, aceitação e participação de todos os profissionais da equipa, que tem necessariamente, um papel de sujeitos ativos a desempenhar;
20 Pontos-Chave da Gestão da QualidadeDescentralização do poder e promoção do trabalho em equipas pluridisciplinares, autónomas e devidamente responsabilizadas; Liderança e planeamento estratégico; Ausência de limitações e entraves externos à atuação da equipa; Existência de uma atividade desenvolvida no âmbito interno do serviço; Comunicação direta e clara; Procurar prevenir os erros por correções com foco prioritário nos processos de trabalho;
21 Pontos-Chave da Gestão da QualidadeAtitude de prevenção, com especial ênfase na conceção e desenvolvimento de processos robustos com o mínimo de variabilidade; Manutenção tanto da qualidade da conceção do serviço como a conformidade com essa conceção; Garantir a propriedade das funções de qualidade através dos departamentos; Não ter objetivos irrealistas e inatingíveis; Visão mais ampla dos gestores dos serviços de saúde alcançar padrões de prestação de serviços cada vez mais elevados; Atitude de melhoria contínua em toda a cadeia de valor.
22 Finalidades da Formação ProfissionalA formação deve preparar o profissional para intervir nas várias dimensões: Como prestador direto de cuidados de enfermagem; Como membro de uma profissão; Como membro de uma equipa; Como membro de uma organização; Como membro de uma sociedade. Fig.14
23 Vantagens da Formação ProfissionalA principal vantagem da formação profissional é aumentar a eficiência do serviço prestado. Como o conhecimento científico e tecnológico está em constante evolução, a formação inicial pode não acompanhar este desenvolvimento, pelo que será necessário haver formação complementar. Fig.15
24 Conclusão Com este trabalho ficamos a saber mais sobre a norma ISO, o manual motivação da qualidade da saúde, responsabilidades do técnico auxiliar de saúde, e as vantagens e finalidades da formação profissional. Esperamos ter correspondido aos objetivos da professora Sandra e que com este trabalho as nossas colegas tenham ficado esclarecidas assim como nós. Fig.16
25 Web / Bibliografia 004/7/Ap%C3%AAndice%20A%20- %20Sistema%20de%20Gest%C3%A3o%20d a%20Qualidade.pdf; 015/saude-publica-de-qualidade-e-tema-de- conferencia-municipal-de-saude/; gestaoqualidade.blogspot.pt/2008/11/manual -de-qualidade.html; ao-qualidade/-; herapeut-in; Módulo 4- Qualidade na Saúde; naturais9.blogspot.pt/2014_09_01_archive.ht ml; atiaqualidadegmail-com/; da-saude-prontuario-do-paciente/;