Restauro de galerias ribeirinhas – o caso da Ribeira de Odelouca

1 Restauro de galerias ribeirinhas – o caso da Ribeira de...
Author: Manuella Martini Varejão
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1 Restauro de galerias ribeirinhas – o caso da Ribeira de OdeloucaDalila Espírito Santo, Rute Caraça & Teresa Ferreira Dep. de Fitoecologia e Herbologia, Tapada da Ajuda, Lisboa, Portugal

2 Localização dos pontos de amostragem

3 Enquadramento biogeográfico da bacia da Ribª de Odelouca1 R e g i õ s b o r á f c a ( u p d t ) S n - M h q B x A l j C V P m ó v I 2 1 2 3 K m

4 Sub-bacias hidrográficas do Algarve e rede de amostragem para os estudos do Plano de OrdenamentoRibª de Odelouca

5 Vegetação potencial das Ribeiras do AlgarveRibª de Odelouca

6 Rede de Amostragem: _____ Nº da fotografia: ____ Nº do ponto GPS: ___ Paragem nº: __ Local: ________ Rede de Amostragem: _____ Nº da fotografia: ____ Nº do ponto GPS: ___ Substrato: U - Silicioso U - Calcário Freixial U 1 - Pouco abundante U 2 - Muito abundante ______________ U - Fraxinus angustifolia U - ________________ Salgueiral alto U 1 - Pouco abundante U 2 - Muito abundante U - Salix atrocinerea ______________ U - Salix alba U - Populus spp. U - ________________ Amial U 1 - Pouco abundante U 2 - Muito abundante ______________ U - Alnus glutinosa U - ___________ Salgueiral baixo U 1 - Pouco abundante U 2 - Muito abundante ______________ U - Salix australis U - ___________ Tamargal/Loendral U 1 - Pouco abundante U 2 - Muito abundante U - Tamarix africana ______________ U - Nerium oleander U - ________________ Amial U Amial denso U Freixial denso dominante U Freixial aberto + juncais e pastagens húmidas (com Scirpus holoschoenus e Juncus effusus + Agrostis stolonifera + A. pourretii) U Silvado + Oenanthe crocata + Juncus inflexus ou Salix australis secundário U 0 - Rapado, com ruderais Freixial U Amial aberto + Salix australis U Comunidades da Magnocarici-Phragmitetea U Rapado, com ruderais U 5 – Salix salviifolia subsp. australis U Comunidades de Thypha, Phragmites, Sparganium, Iris, Scirpus lacustris ssp. lacustris (Magnocarici-Phragmitetea) U 0 - Rapado, com ruderais Salgueiral baixo U Salgueiral denso U Salgueiral aberto + juncais e pastagens húmidas (com Scirpus holoschoenus e Juncus effusus + Agrostis stolonifera + A. pourretii) U Silvado + Juncus inflexus + Oenanthe crocata + Apium graleolens (juncal invadido e ruderalizado) U 0 - Rapado, com ruderais Salgueiral alto U Polygono-Tamariceto U Paspalum paspalodes + Cynodon dactylis U Rapado, com ruderais Tamargal Valor Global:

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8 Sectores de vegetação da Ribeira OdeloucaSalicetum atrocinereo -australis Ficario ranunculoides- Fraxinetum angustifoliae Campanulo primolifoliae- Alnetum glutinosae Rubo ulmifoliae- Nerietum oleander ?Scrophulario scorodoniae-Alnetum glutinosae Ficario ranunculoides-Fraxinetum angustifoliae Polygono equisetiformis-Tamaricetum africanae

9 água permanente – AmialCabeceira > sedimentos – Salgueiral baixo torrencial. vincada < sedimentos – Loendral água temporária torrencialidade atenuada – Freixial

10 água permanente – Amial> sedimentos – Salgueiral baixo Cabeceira torrencial. vincada < sedimentos – Loendral água temporária torrencialidade atenuada – Freixial água permanente - Amial Troço médio água temporária – Freixial Troço final Tamargal

11 Sectores de vegetação da Ribeira Odelouca

12 Sectores de vegetação da Ribeira OdeloucaTroço a submergir Os amiais do troço médio da Ribª de Odelouca ocorrem associados a pequenos açudes criados pelo homem

13 Observação em 1998

14 De 1998 para 2004 o valor global manteve-seParagem nº: _ 9 (9 de Maio 2004) ___ Local: _Ribeira de Odelouca Rede de Amostragem: ___ Nº da fotografia: _ ___ Nº do ponto GPS: _ __ Substrato: U - Silicioso U - Calcário Freixial U 1 - Pouco abundante U 2 - Muito abundante ______________ U - Fraxinus angustifolia U - Arundo donax Salgueiral alto/Choupal U 1 - Pouco abundante U 2 - Muito abundante U - Salix atrocinerea ______________ U - Salix alba U - Populus spp. U - Ruderais Salgueiral baixo U 1 - Pouco abundante U 2 - Muito abundante U - Salix autralis ______________ U - Cyperus longus var. badius De 1998 para 2004 o valor global manteve-se Tamargal U 1 - Pouco abundante U 2 - Muito abundante ______________ U - Tamarix africana U - Cynodon dacthylon U Salix australis U Comunidades de Thypha, Phragmites, Sparganium, Iris, Scirpus lacustris ssp. lacustris (Magnocarici-Phragmitetea) U 0 - Rapado, com ruderais Salgueiral baixo U Freixial denso dominante U Freixial aberto + Holoschoenetalia + pasta-gens húmidas dominantes com Juncus effusus + Agrostis stolonifera + A. pourretii U Silvado + Oenanthe crocata + Juncus inflexus ou Salix australis secundário U 0 - Rapado, com ruderais Freixial Loendral U Rubo-Nerieto U Aristolochia baetica + Rubus ulmifolius U Arrelvados vivazes (Festuca ampla) U Salgueiral/Choupal denso U Salgueiral/Choupal aberto + juncais e pastagens húmidas (com. Scirpus holoschoenus e Juncus effusus + Agrostis stolonifera + A. pourretii) U Silvado + + Juncus inflexus + Oenanthe crocata + Apium graleolens (juncal invadido e ruderalizado) U 0 - Rapado, com ruderais Salgueiral alto/Choupal Tamargal U Polygono-Tamariceto U Paspalum paspalodes + Cynodon dactylis U Rapado, com ruderais Valor Global: 43,3%

15 A vegetação aquática, quase eliminada pela extracção de areia em 1998, recuperou.O salgueiral baixo que tinha adensado desde 98, ardeu em 2003 e não rebentou de toiça

16 Métodos para avaliação de galerias ribeirinhas (Ferreira et al., 2004)MÉTODO SINTAXONÓMICO MÉTODO MULTIVARIADO MÉTODO MULTIMÉTRICO 1-RESPOSTA À DEGRADAÇÃO 2-INFORMAÇÃO ÚNICA 3-VALOR MEDÍVEL# REFERENCIAvsTESTE INVENTÁRIO FLORISTICO ORDENAÇÃO CCA ambiental ECOTIPOS DADOS AMBIENTAIS CLASSIFICAÇÃO MÉTRICAS PROPOSTAS Indicadoras de condição ecológica ? CRITÉRIOS SELEÇÃO ELEITAS CALIBRAÇÃO AGREGAÇÃO CCA antrópica CONDIÇÃO DE REFERÊNCIA Índice Aditivo BIBLIOGRAFIA TIPOS DE VEGETAÇÃO PRÉ-DEFINIDA INVENTÁRIO FLORISTICO PONTUAÇÃO COMPLEXIDADE IDENTIFICAÇÃO DE COMUNIDADES Flora ambiente INVENTÁRIO FLORISTICO DADOS AMBIENTAIS ORDENAÇÃO CCA ambiental CLASSIFICAÇÃO ECOTIPOS CCA antrópica LOCAIS DE REFERÊNCIA TESTE i D1i D2i D3i 1 2 3 Desvio Ecológico = x (Dji) Média das distâncias de Bray-Curtis entre referência e teste para cada local

17 Comparação dos três métodos (Ferreira et al., 2004)Método sintaxonómico Método multimétrico Método multivariado Perturbação antrópica Global Ecotipo B Ecotipo A Escala 0-1 Escala 0-10 Comparação dos três métodos (Ferreira et al., 2004) Perturbação antrópica expressa como as coordenadas do primeiro eixo da Análise de Componentes Principais das variáveis antrópicas