1 Tumor nãoinvasivodaBexiga o quefazer?Ferando Calais da Silva Hospital São José, Lisboa, Portugal
2 Tumores vesicais não-invasivos do músculo
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6 Tumores vesicais não-invasivos do músculo
7 Recorrência (Progressão)Key word(s) in bladder cancer
8 Porque é que eles “recorrem”?H1 – Não foram totalmente retirados H2 – Desenvolvem-se de “novo”
9 não-invasivos do músculoTumores vesicais não-invasivos do músculo PapUro LMPUro CarcUro pTa - BG CarcUro pTa - AG CarcUro pT1a CarcUro pT1b Cis pTa-is Cis pTa1 m mm mp
10 Papiloma Urotelial PapUro LMPUro CarcUro pTa - BG CarcUro pTa - AGpT1b Cis pTa Cis pTa1 m mm mp
11 Papiloma Urotelial < 1% dos tumores Uroteliais Doentes mais jovens, localização posterior ou lateral junto aos orificios ureterais ou uretra 3 séries principais com 112 pacientes: só 1 caso desenvolveu progressão e era um doente imunossuprimido! RTU-V (só!). Não fulgurar – precisamos de avaliar o urotélio adjacente!
12 Tumor Urotelial Papilar de Baixo Potencial de MalignidadePapUro LMPUro CarcUro pTa - BG CarcUro pTa - AG CarcUro pT1a CarcUro pT1b Cis pTa Cis pTa1 m mm
13 Tumor Urotelial Papilar de Baixo Potencial de Malignidade< 20% dos tumores Uroteliais Em tudo semelhantes aos Carcinomas Uroteliais de Baixo-grau papilares 60% recorrrência e 8% de progressão nalgumas séries! RTU-V (tumor e base) + Mitomicina (dose única)
14 Carcinoma Urotelial pTa Baixo-grau de malignidadeCarcUro pTa - BG CarcUro pTa - AG CarcUro pT1a CarcUro pT1b Cis pTa Cis pTa1 CarcUro pTa - BG m mm
15 Carcinoma Urotelial pTaBaixo-grau de malignidade 40 a 60% dos tumores Uroteliais 50% recorrrência (1 ano) e 8% de progressão nalgumas séries. RTU-V (tumor e base) + Mitomicina 6 meses – 1 ano
16 Recorrência: 53.8% Média de recorrência: 3.11 xs Progressão grau: 18.3% Progressão de estadio: 6.7%
17 Carcinoma Urotelial pTa Alto-grau de malignidadeCarcUro pT1a CarcUro pT1b Cis pTa Cis pTa1 CarcUro pTa - AG m mm
18 Carcinoma Urotelial pTaAlto-grau de malignidade 10% dos tumores Uroteliais 46% recorrrência e 15% de progressão nalgumas séries. RTU-V (tumor e base) + Mitomicina rRTU-V + BCG Mínimo 1 ano
19 Carcinoma Urotelial pT1 Baixo ou Alto-grauCarcUro pT1a CarcUro pT1b Cis pTa Cis pTa1 m mm mp
20 Carcinoma Urotelial pT1aBaixo ou Alto-grau Devem ser entendidos todos como “Alto-grau” 50 a 80% recorrrência e 25% de progressão nalgumas séries. RTU-V (tumor e base) + BCG rRTU-V + BCG Minimo 1 a 3 anos CIS !
21 Carcinoma Urotelial pT1b Baixo ou Alto-grauCarcUro pT1b m mm mp
22 não-invasivo (pTa-is)Carcinoma In-Situ não-invasivo (pTa-is) Cis pTa-is m mm mp
23 Carcinoma In-Situ Não-invasivo (pTa-is) É outro “Campeonato”! Genómicamente distintos e instáveis. RTU-V (tumor e base) + Biop + BCG rRTU-V + Biop + BCG Se tumor no rRTU-V/Biop considerar Cistectomia Monitorização apertada
25 E quando são múltiplos? RTU-V (tumor e base) para cada um dos tumores com a respectiva localização Biópsias randomizadas de urotélio “normal”. rRTU-V (tumor e base)+BCG? Equacionar Cistectomia se recorrência
26 RTU-V “bem feito”! Claro que há problemas técnicos!Isso não impede de se fazer RTU amostrando a muscular e separação de amostras! Não esquecer RTU-V nem biópsias randomizadas quando apropriadas.
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30 “de NOVO” Qual o papel da Fluorescência?E as biópsias randomizadas? Vale a pena? E “marcadores” Biológicos?
31 Qual o papel da Fluorescência?Biópsias randomizadas? “Marcadores” Biológicos?
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33 Todos eles servem para NADA!
34 Optimização da quimioterapia intravesical (1):– É aconselhada a manutenção do fármaco 1 a 2 horas dentro da bexiga, já que a incidência de efeitos secundários é directamente proporcional ao tempo de permanência. – Pode ser aumentada a eficácia da quimioterapia intravesical por aumento da concentração na bexiga, diminuindo o volume de urina, e por adequação do pH urinário
35 Optimização da quimioterapia intravesical (2):– Prevenção da diluição do fármaco – esvaziar completamente a bexiga antes da instilação (reposicionamento do cateter, mudança de posição do doente). – jejum prévio de 6 horas ( diminui diluição do fármaco até 20%). – desmopressina oral (0,2 mg, 1 hora antes) (aumenta concentração do fármaco até 38%).
36 Seguimento Baixo risco ◦Cistoscopia aos 3m ◦Cistoscopia aos 9m◦Cistoscopia annual até 5 anos Alto risco ◦Cistoscopia e citologia aos 3m ◦Cistoscopia e citologia trimestrais no 1º e 2º anos ◦Cistoscopia e citologia quadrimestrais no 3º ano ◦Cistoscopia e citologia semestrai saté 5º ano ◦Cistoscopia e citologia anuais