1 VICE-DIREÇÃO DE ENSINO – 29 DE MARÇO DE 2017GESTÃO DO ENSINO NA ENSP (Junho Maio 2017): BALANÇO E PERSPECTIVAS VICE-DIREÇÃO DE ENSINO – 29 DE MARÇO DE 2017
2 GESTÃO DO ENSINO ENSP VDEGS CEGS VDPG CGPG EAD CD SECA SECA EAD
3 Primeiro reconhecimentoFragmentação das atividades de ensino Isolamento e dificuldade de reconhecimento das diferentes iniciativas Lógicas de governança muito diferenciadas
4 ANTECEDENTES – Reorientação ProgramáticaEGS (1998/2001) ENSP EM MOVIMENTO ( ) Expansão da oferta de cursos PROEAD (1998) ENSP EM MOVIMENTO ( ) COORDENAÇÃO EAD (2005) Expansão da oferta de cursos – regulares até 2009 e a partir de então somente ‘sob demanda’ Coordenação PG (2001) MESTRADOS PROFISSIONAIS (2002) ESTUDO DOS CENÁRIOS (2004) PSPMA (2006) PEPI (2007) PPGBIOS (2010)
5 Desafios que se apresentavamNO LATO SENSU Distorções no modelo de governança, com mecanismos frágeis para o monitoramento e avaliação dos cursos ofertados e para estabelecimento de critérios para a estruturação da oferta. Configuração de duas áreas concorrentes, uma para o ensino presencial e outra para o ensino EAD, com lógicas e modelos diferenciados.
6 Desafios que se apresentavamNO STRICTO SENSU Fragmentação das atividades de ensino stricto, com duplicidade de iniciativas e dificuldades de diálogo e comunicação entre os Programas, que passaram a funcionar com estratégias independentes e pouco solidárias. Distorções no modelo de governança para oferta dos cursos de mestrado profissional, com mecanismos frágeis para o monitoramento e avaliação dos cursos ofertados e para estabelecimento de critérios para a estruturação da oferta. Fragilização do projeto formativo do PSP e dificuldades para reconhecimento da identidade e especificidade de cada Programa na formação em saúde pública.
7 Desafios que se apresentavam“Em 2013, o cenário apresentado na área de ensino era, portanto, de três áreas com formas de organização próprias e diferenças importantes em termos de regulamentação do ensino, incentivos para a atuação dos docentes e estrutura físico-orçamentária, com implicações para o funcionamento dos cursos e a política institucional. A estrutura de gestão do ensino e gestão da informação apresentava um déficit de investimento e dificuldades estruturais de todos os tipos: carência de salas de aula para atender a crescente demanda de cursos e número de alunos; ausência de espaços para a interação e acolhimento dos alunos; ausência de ambiente de trabalho adequado para as secretarias; número de profissionais insuficientes na gestão administrativa; sistemas de informação não integrados, gerando duplicidade de informações que dificultavam a realização dos relatórios anuais de ensino e o acompanhamento do ensino propriamente dito. Portal de ensino com informações defasadas e com interação pouco “amigável”. (Relatório de Gestão, 2013)
8 Primeiras Diretrizes Promover a Comunicação e Integração do Ensino na Escola Definir mecanismos para orientação político-institucional e acadêmica para a oferta de cursos Avançar na definição de uma estrutura de gestão do ensino, gestão da informação e estrutura física para o ensino
9 Princípios para a Gestão do Ensino1 - Garantir a autonomia acadêmica com decisão colegiada e compartilhada Fortalecer os órgãos colegiados e a participação dos docentes e discentes. Fortalecer a representação dos Departamentos e Centros nas discussões do ensino. 2 - Garantir a transparência dos processos de gestão do ensino Divulgar informações sobre os cursos, recursos alocados, diretrizes e orientações adotadas.
10 Ações e medidas adotadas (2013-2017)
11 1 - Fortalecimento e resgate das instâncias de gestão colegiadas como espaços decisóriosCLSQP – principais deliberações: Regulamento LSQP Revisão do FAC – versão SGC Diretrizes e fluxos para novos cursos e ofertas Normas para apresentação dos TCC Diversos procedimentos gestão acadêmica: cursos fora de sede, credenciamento, emissão de certificados, encerramento de turmas, etc.
12 1 - Fortalecimento e resgate das instâncias de gestão colegiadas como espaços decisóriosCGPG – principais deliberações: Política de bolsas para auxílio ao estudante Diretrizes para o mestrado profissional Revisão da normativa pós-doutorado Revisão das normas para apresentação das TD – parceria Biblioteca SP para o Projeto Normalização Diversos procedimentos gestão acadêmica: cursos de inverno, inscrição alunos ENSP, inscrição externos, revisão chamadas de processos seletivos, disciplinas entre Programas, etc. Estágio em docência
13 1 - Fortalecimento e resgate das instâncias de gestão colegiadas como espaços decisóriosAvanços Colegiados mais fortes e propositivos, funcionando regularmente Definição de uma base para estruturação da gestão Gradativo aprofundamento de temas relativos ao processo de ensino-aprendizagem Reconhecimento e valorização de diretrizes para o ensino e dos fluxos definidos Dificuldades Participação discente Participação de coordenadores de cursos LS com regularidade nas reuniões Divulgação e capilarização das informações e procedimentos definidos para toda Escola
14 2 – Desenvolvimento de uma política de ensino para a Escola e o Projeto Político Pedagógico (PPP)Diálogos sobre ensino na ENSP – 5 encontros/15 experiências GT PPP Oficina aberta PPP Discussões na CLSQP Preparação do documento para discussão Pactuação dos princípios e valores do PPP – dimensões política, epistemológica e pedagógica
15 2 - Desenvolvimento de uma política de ensino para a Escola e o Projeto Político Pedagógico (PPP)Avanços Pacto em torno dos princípios e valores do ensino na ENSP Construção de uma base inicial para aprofundamento e discussão Reconhecimento da história e das experiências de formação existentes, com compartilhamento de experiências Favorecimento do diálogo entre as áreas, docentes e discentes Dificuldades Participação mais ampla da escola Tempo e disponibilidade dos docentes para aprofundar a discussão e pensar sua prática em sala de aula
16 3 - Definição de uma nova estrutura para a Gestão do Ensino na ENSPData Ação e Objetivos Documentos A partir de julho 2013 Comissão do Regimento, com representação de todos os Departamentos, Centros e Núcleos Proposta do regimento A partir de março de 2014 Apresentação e discussão da estrutura de ensino nos Departamentos/Centros e núcleos DAPS DCB DCS DENSP junto com NAF DSSA CESTEH CLAVES CRPHF (Somente no CSGSF não foi feita apresentação) Proposta preliminar em fevereiro de 2014 Ppt julho 2014 De junho a setembro de 2014 Reuniões com chefes de ensino dos Departamentos/Centros e Núcleos para revisão da proposta: 30/06, 15/08, 02/09 e 18/09. Arquivos com memória das reuniões 08/2014 Discussão no Colegiado ampliado da EGS Ata 24/09/2014 Discussão na CGPG 29/04/2015 Colégio de Docentes – Discussão da estrutura de ensino do novo regimento interno da ENSP ppt De maio a junho 2015 Consulta Pública Proposta de regimento
17 Estrutura de Ensino aprovada no Regimento de julho de 2015VICE DIREÇÃO DE ENSINO Coordenação Geral de Pós-Graduação Stricto Sensu Coordenação do Programa de Saúde Pública Comissão de Pós-Graduação em Saúde Pública Plenária de Doutores Saúde Pública Coordenação do Programa de Bioética, Ética Aplicada à Saúde Coletiva Comissão de Pós-Graduação em Bioética, Ética aplicada e Saúde Coletiva Plenária de Doutores Bioética, Ética aplicada e Saúde Coletiva Coordenação do Programa de Saúde Pública e Meio Ambiente Comissão de Pós-Graduação em Saúde Pública e Meio Ambiente Plenária de Doutores Saúde Pública e Meio Ambiente Coordenação do Programa de Epidemiologia em Saúde Pública Comissão de Pós-Graduação em Epidemiologia em Saúde Pública Plenária de Doutores Epidemiologia em Saúde Pública. Comissão Geral de Pós-Graduação Stricto Sensu Coordenação Geral de Pós-Graduação Lato Sensu e Programa de Qualificação Profissional em Saúde Comissão Geral de Pós-Graduação Lato Sensu e Programa de Qualificação Profissional em Saúde Colégio de docentes Colegiado de ensino Coordenação de Desenvolvimento Educacional e EAD Serviço de gestão acadêmica Setor de Apoio aos Cursos Estrutura de Ensino aprovada no Regimento de julho de 2015
18 3 - Definição de uma nova estrutura para a Gestão do Ensino na ENSPAvanços Unificação da estrutura de ensino com possibilidade de maior mediação e interação entre as áreas A participação das coordenações de ensino dos Departamentos e Centros e dos discentes nas reuniões estratégicas do ensino, com discussão do SS, LSQP e EAD numa mesma ocasião Dificuldades Estabelecer as Coordenações de LSQP e SS Avançar na estruturação do Lato Sensu Avançar na concepção e prática do CDEAD Garantir um espaço físico para as coordenações
19 4 – Prestação de contas e construção participativa do planejamento e programação orçamentáriaApresentação e discussão no âmbito dos Colegiados (LSQP e SS) da prestação de contas anual e da programação orçamentária. Diagnóstico sobre a distribuição de recursos do tesouro entre as áreas e as diferenças na captação de recursos extraorçamentários (Cenários de Ensino). Elaboração de documento de orientação para as áreas no processo de definição do planejamento e acompanhamento da execução orçamentária. Rearranjo do processo de trabalho que envolve o planejamento e a programação orçamentária com a definição de atribuições e responsabilidades da equipe.
20 4 - Prestação de contas e construção participativa do planejamento e programação orçamentáriaAvanços: Maior compartilhamento de informações entre as áreas e divulgação dos recursos disponíveis Melhor uso do recurso do tesouro – exemplo bolsas de auxílio ao estudante e pagamento de congressos, passagens e diárias. Planejamento de recursos de capital com os Programas a partir de 2017. Definição de parâmetros para hora-aula (depende de aprovação final CD) e diretrizes para apoio à tradução. Dificuldades: Compartilhamento das informações de todas as áreas – resistência na elaboração de uma planejamento participativo. Sistemática para prestação de contas e difusão das informações – situações vividas. Ausência de parâmetros que orientem a execução de rubricas em projetos com recursos extraorçamentários (mestrados profissionais e LS).
21 5 – Acompanhamento dos indicadores institucionais para avaliação do desempenhoRealização de diagnósticos em séries históricas da oferta de cursos – lato (presencial e EAD) e stricto Cursos e ofertas realizados por ano Alunos inscritos, alunos certificados Índice de egressos Identificação das desistências e desligamentos Redefinição de indicadores institucionais para acompanhamento do desenvolvimento institucional – inserção do lato sensu (presencial e EAD)
22 5 – Acompanhamento dos indicadores institucionais para avaliação do desempenhoAvanços Constituição de processo de trabalho para acompanhamento sistemático dos indicadores de ensino; Reconhecimento das especificidades de cursos e Programas, com identificação de problemas e desafios a serem enfrentados (ex: cursos não encerrados, alto índice de desistentes, oferta de vagas maior que demanda e demanda maior que oferta, etc.) Apoio a uma gestão estratégica do ensino com definição de incentivos e ações para enfrentamento dos problemas (ex: abertura de nova chamada para doutorado PSP, identificação de áreas concorrentes, etc) Dificuldades Sistema de informação não integrado e muito deficiente para os cursos de LSQP presenciais; Valorização e uso das informações pelas áreas com reforço a uma ação de avaliação permanente das ofertas.
23 6 – Desenvolvimento de processos de avaliação do ensinoConsolidação de estratégias para produção de informações sobre processos de ensino realizados pela Escola visando subsidiar as discussões e práticas de avaliação realizadas pela comunidade escolar: Avaliação de todas as disciplinas do Stricto Sensu, com produção de relatórios anuais com retorno aos docentes e coordenação dos Programas; Avaliação de cursos do Stricto Sensu e avaliação de egressos – Programas acadêmicos;
24 6 – Desenvolvimento de processos de avaliação do ensinoAvanços Constituição de um grupo de trabalho com profissionais engajados no desenvolvimento de processos para esta ação; Produção de dados sistemáticos sobre os processos de ensino no âmbito das disciplinas do stricto sensu; Aproximação com os processos de ensino lato sensu e perspectivas de construção para modelos de avaliação dos cursos. Dificuldades Demanda de serviço e tamanho da equipe. Baixa adesão de docentes e discentes.
25 7 - Reestruturação da gestão acadêmicaIntegração SECA Lato presencial – Lato EAD Revisão de processos que envolvem secretarias dos programas e SECA Caderno do aluno stricto sensu acadêmico Conta SECA Integração SEAC Mapeamento dos processos de gestão do ensino – parceria com Gestão da Qualidade
26 7 - Reestruturação da gestão acadêmicaAvanços Estrutura e processos da gestão acadêmica do lato integrados; Utilização dos recursos do SECA para apoio as atividades do próprio SECA Identificação dos processos que envolvem o ensino e perpassam as diferentes áreas Dificuldades Definição de processos para manutenção da estrutura de gestão acadêmica lato, em especial para sustentação das atividades que envolvem cursos EAD Definição das atribuições e responsabilidades que envolvem SECA e secretaria dos programas Espaço físico Sistema de gestão acadêmica Arquivo intermediário e documentação Profissionais servidores
27 8 – Concepção e implementação de um novo Portal de EnsinoConstrução participativa da concepção do novo Portal de Ensino, com apresentação das propostas nos Colegiados respectivos de ensino, divulgação entre docentes e discentes na etapa de validação ( ). Estratégia para difusão de informações e fortalecimento da participação.
28 8 – Concepção e implementação de um novo Portal de EnsinoAvanços Integração numa mesma área de todas as informações do ensino Página em inglês e espanhol atendendo às solicitações de informações da CAPES (restando poucas informações) Disponibilização de documentos relevantes da área de ensino Criação para uma área para a gestão acadêmica e espaço para os estudantes Configuração de nova página para os cursos EAD Autonomia para cada área atualizar informações Facilidade para realização de atualizações e modificações junto a TI Dificuldades As áreas e equipes incorporarem a sistemática de atualização das informações A necessidade de inserção de informações de forma manual por dificuldades de sistemas que reúnam os dados necessários para cada área A duplicidade de esforços na área de TI em virtude da dificuldade de diálogo entre as áreas que atuam nos diferentes sistemas – SGTI, CCI, EAD e Vice-Presidência
29 9 – Fortalecimento do diálogo com os estudantesRealização de reuniões bimensais com a Vice-Direção, Coordenadores de Curso, Programas e SECA com o objetivo de estabelecer um espaço de escuta e promover melhorias nos processos de ensino Estímulo à organização de um coletivo de estudantes e à representação nos Colegiados existentes na escola
30 9 - Fortalecimento do diálogo com os estudantesAvanços Fortalecimento do Fórum de Estudantes da ENSP Aproximação e maior diálogo entre discentes e coordenadores, possibilitando identificar questões que afetam o dia-a-dia da escola Conquista do espaço de convívio para os alunos Mudanças e melhorias nos processos de ensino, em especial na gestão acadêmica Parceria na realização de atividades no aniversário da Escola e outros eventos Dificuldades Manter a atuação dos estudantes Promover novas melhorias no espaço de convívio Atender às solicitações de ordem mais estrutural
31 10 – Desenvolvimento em parceria de uma política de extensão para a ENSPReconhecimento das ações da ENSP realizadas no território de Manguinhos com a identificação de parcerias e projetos que possam potencializar a ação extensionista Articulação e participação nas reuniões do Conselho Gestor Intersetorial de Manguinhos (CGI) Divulgação da proposta extensionista no âmbito do ensino com perspectivas para desenvolvimento de ações no território (estágio)
32 10 – Desenvolvimento em parceria de uma política de extensão para a ENSPAvanços Articulação com VDAL e CSEGSF para a definição de estratégias e ações no âmbito do CGI, com atuação no território de Manguinhos – GT Educação e Saúde Maior articulação e reconhecimento das atividades já existentes – LTM e CGI Apoio ao desenvolvimento de novos projetos como Preparanem Dificuldades Definição e pactuação em torno de uma política de extensão
33 Questões Estratégicas – Lato Sensu e QP
34 1 - Credenciamento Institucional para oferta de cursosEm 2013 chegou-se a compreensão que era necessário buscar o credenciamento institucional junto ao MEC para oferta de cursos lato sensu – teve início o levantamento de documentos e a busca de diálogo com o MEC. Em fevereiro de 2015 a ENSP obteve a autorização do MEC para atualizar as informações de seus cursos de lato sensu no Cadastro da Educação Superior. A Escola instituiu uma Comissão Própria de Avaliação e procedeu todos os passos necessários para iniciar o credenciamento institucional. Em maio de 2015 a Fiocruz obteve a orientação do MEC para cadastro da instituição na sua totalidade como Escola de Governo, iniciando um processo de consolidação do Programa de Desenvolvimento Institucional (PDI) e Projeto Político-Pedagógico (PPP). Em fevereiro de 2016 os dois processos de credenciamento – ENSP e Fiocruz – foram unificados. Em 10 de março de 2017 foi publicada a portaria do MEC (N.331/2017) estabelecendo o credenciamento institucional da Escola de Governo Fiocruz, com validade para 8 anos!
35 1 - Credenciamento Institucional para oferta de cursosDesdobramentos necessários A definição de Escola de Governo Fiocruz, abarcando todas as iniciativas de ensino da Fiocruz, exige um trabalho interno importante para definição de um regimento que defina as regras para validação das unidades que poderão ofertar cursos de lato sensu, os mecanismos de avaliação e acompanhamento dos cursos, o processo de certificação e a autonomia acadêmica das unidades, sob risco de desenvolvimento de uma oferta muito desigual e com impacto no processo de avaliação posteriormente. Essas questões serão tratadas nas próximas reuniões da Câmara Técnica de Ensino da Fiocruz. Além disso, a ENSP participa com a representação docente na CPA Fiocruz com o objetivo de colaborar para o melhor encaminhamento dos processos relativos a auto-avaliação.
36 2 – Programas de FormaçãoRetomou-se em 2014, no âmbito da CLSQP, a discussão iniciada no âmbito do projeto ‘Ensp em movimento’ sobre a consolidação de programas de formação com o objetivo de aprofundar o debate sobre a organização de Programas de formação no âmbito da Escola, a partir do acúmulo de experiências das áreas de prática e cursos ofertados. Definiu-se como área estratégica para a formação em saúde no sistema atual e com expertise da Escola em diferentes cursos, no lato e stricto sensu, a ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE. Para aprofundar a construção foram realizadas 4 oficinas , uma roda e uma mesa com foco na formação em APS. Os resultados das Oficinas foram apresentados a cada nova Oficina, tendo sido a última realizada em novembro de 2016.
37 O QUE A ENSP OFERTA DE FORMAÇÃO EM APS?Mestrado Profissional em Atenção Primária em Saúde com ênfase na Estratégia de Saúde da Família Multiprofissional em Saúde da Família (RES) Serviços Farmacêuticos na Atenção Básica (ATU) Promoção da Saúde e Desenvolvimento Social (ESP) Alimentação e Nutrição na Atenção Básica (EAD-ESP) Gestão da Atenção Básica (ESP) 2005 2007 2008 2009 2011 2014 2015 Impactos da Violência na Saúde (EAD-APE) Medicina de Família e Comunidade (RES) Apoio Matricial na Atenção Básica, com ênfase nos NASF (EAD-APE) Atenção integral à saúde de pessoas em situação de rua (EAD-APE) Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa (EAD-APE) Multiplicador da Incitativa Unidade Básica da Amiga da Amamentação (ATU) Gestão da Atenção Básica e Promoção do Desenvolvimento Social (ESP)
38 O QUE A ENSP OFERTA DE FORMAÇÃO EM APS?Multiprofissional em Saúde da Família (RES) Mestrado Profissional em Atenção Primária em Saúde com ênfase na Estratégia de Saúde da Família Serviços Farmacêuticos na Atenção Básica (ATU) Promoção da Saúde e Desenvolvimento Social (ESP) Alimentação e Nutrição na Atenção Básica (EAD-ESP) Gestão da Atenção Básica (ESP) 2005 2007 2008 2009 2011 2014 2015 ATUAÇÃO NO TERRITÓRIO – ASSISTÊNCIA – ENSINO – PESQUISA CSEGSF (50 anos) TEIAS ( ) PROJETOS EXTENSIONISTAS & PESQUISAS Impactos da Violência na Saúde (EAD-APE) Medicina de Família e Comunidade (RES) Apoio Matricial na Atenção Básica, com ênfase nos NASF (EAD-APE) Atenção integral à saúde de pessoas em situação de rua (EAD-APE) Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa (EAD-APE) Multiplicador da Incitativa Unidade Básica da Amiga da Amamentação (ATU) Gestão da Atenção Básica e Promoção do Desenvolvimento Social (ESP)
39 2 – Programas de FormaçãoDesdobramentos necessários Engajar docentes e coordenadores de curso que atuam na área para definição e desenvolvimento de estratégias para a proposta de um Programa de formação em APS. Incorporar novos parceiros e estabelecer iniciativas integradoras das diferentes iniciativas em curso. Estimular que outras áreas busquem avançar na consolidação de Programas de Formação, considerando a necessidade de avançar numa estrutura de lato sensu.
40 Questões Estratégicas – Desenvolvimento Educacional e EAD
41 3 – Estrutura e atribuições da CDEADCom a aprovação do regimento e a definição de um conjunto de atribuições para a Coordenação de Desenvolvimento Educacional e EAD buscou-se aprofundar a proposta de estrutura e os mecanismos de reorganização dos processos de trabalho. Foi feita chamada aberta à Escola em novembro de 2015 e constituído um grupo força-tarefa para revisão e proposição de atribuições a partir da definição do regimento com apresentação de proposta em dezembro de Em abril de 2016 foi realizado um ciclo de oficinas com o objetivo de definir encaminhamentos possíveis. Como resultado desse processo e após ampla discussão chegou-se a uma proposta de estrutura com a indicação de constituição de um coletivo com participação dos Departamentos e Centros com o objetivo de colaborar na construção da política para esta área e definir prioridades e diretrizes.
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43 3 – Estrutura e atribuições da CDEADDesdobramentos necessários Constituir uma coordenação dedicada ao desenvolvimento educacional e EAD que atue nos projetos de forma orgânica à Escola e parceira com os atores internos e externos demandantes. Garantir a sustentabilidade das atividades hoje realizadas pelas equipes EAD e a incorporação de novas atividades numa perspectiva mais abrangente que atenda às demandas do ensino presencial.
44 Questões Estratégicas – Stricto Sensu
45 1 – Construção de um Projeto Político-Institucional para o Stricto SensuPromoção do debate sobre a necessidade de um PPP para o SS com a definição dos objetivos estratégicos de cada Programa bem como a articulação entre os mesmos – Colégio de Doutores fevereiro de 2014. Avanços Discussão das diretrizes e fluxos para os Programas e Cursos Planejamento Orçamentário Participativo Critérios de credenciamento e orientadores debatidos e pactuados - CPG Divulgação das informações dos Programas e Cursos – Portal Ensino Reorganização de processos da gestão acadêmica
46 1 – Construção de um Projeto Político-Institucional para o Stricto SensuAvanços PSP Definição de uma proposta de reestruturação curricular para o mestrado acadêmico (2014) Revisão do Regimento Interno do PSP (2014) Eleição da Coordenação e docentes participantes da CPG (2016) Explicitação das atribuições das coordenações e da CPG Explicitação dos critérios para credenciamento docente Incorporação das regras e orientações para o mestrado profissional Revisão e atualização das regras acadêmicas Processo de discussão para reestruturação das áreas – retomado em 2016
47 1 – Construção de um Projeto Político-Institucional para o Stricto SensuAvanços PSPMA Processo de revisão curricular, atualização das linhas de pesquisa, incorporação e revisão do credenciamento de docentes conforme regras do Regimento do PSPMA (2015) Diagnóstico situacional e proposta de reestruturação com incorporação de novos docentes e linhas de pesquisa (2016) Incorporação de docentes que atuam em linhas de pesquisa da área de Saneamento (2016)
48 1 – Construção de um Projeto Político-Institucional para o Stricto SensuAvanços Mestrado Profissional Regimento no âmbito dos Programas (2014 – PSP). Diretrizes com a definição dos fluxos para apreciação das demandas de novos cursos e ofertas (2014).
49 1 – Construção de um Projeto Político-Institucional para o Stricto SensuDesdobramentos necessários Revisão das linhas de pesquisa no âmbito de cada Programa – parceria com Vice de Pesquisa. Repensar a concepção do Mestrado Profissional na Escola e avançar numa política de oferta. Definir parâmetros para pagamento de cursos em parceria institucional, em especial os mestrados profissionais. Avançar nos mecanismos de avaliação dos cursos e acompanhamento dos indicadores de ensino. Pensar estratégias e mecanismos concretos para inserção de docentes nos Programas SS e incentivos para colaboração.
50 2 – Avaliação da CAPES Realização de discussões com o objetivo de aprofundar o debate sobre os critérios de avaliação da CAPES e constituir uma agenda propositiva. Três mesas na ENSP, uma apresentação no Congresso da Abrasco e uma apresentação na Câmara Técnica de Ensino Fiocruz. Apresentação de dois documentos institucionais de posicionamento e propostas para a avaliação no âmbito do Fórum de Coordenadores da Abrasco.
51 2 – Avaliação da CAPES Avanços Aprofundamento do debate no âmbito da ENSP e constituição de um posicionamento institucional de crítica ao modelo de avaliação, estabelecendo uma liderança no Fórum de Coordenadores. Maior abertura dos Programas para a definição de critérios menos restritivos e aceitação de Programas com diferentes portes e missões no âmbito da Escola. Desdobramentos necessários Manter o debate no Fórum e junto a Coordenação de Área da CAPES com vistas a definir critérios mais qualitativos no processo de avaliação.
52 Balanço e Perspectivas
53 SECA LATO E STRICTO - SEACGESTÃO DO ENSINO ENSP VDE Colegiado de Ensino CGLSQP CLSQP CSS CGPG CDEAD Coletivo SECA LATO E STRICTO - SEAC
54 ORÇAMENTO ENSP – 2016 Classificação de Despesas Direção, Vices, Deptos, Núcleos e Periódicos Total 12 meses % Departamentos e Centros CESTEH R$ ,38 8,5 CLAVES R$ ,85 0,5 CRPHF R$ ,58 8,4 CSEGSF R$ ,34 5,4 DAPS R$ ,60 1,4 DCB R$ ,28 1,3 DCS R$ ,82 0,6 DEMQS R$ ,92 DENSP R$ ,00 0,9 DIHS R$ ,06 0,2 DSSA R$ ,28 2,9 NAF R$ ,56 Direção GABINETE R$ ,07 CCI R$ ,27 4,8 Vice-direções VDEGS R$ ,05 VDDIG º LUGAR R$ ,12 37,6 VDPI R$ ,99 VDE º LUGAR R$ ,00 13,7 VDAL R$ ,80 0,3 Periódicos RADIS R$ ,61 5,3 CSP R$ ,83 2,4 TOTAL R$ ,41 100,0
55 Gráfico demonstrativo do orçamento/rubricas - 2016
56 Distribuição de terceirização por área - 20163 prof
57 ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICAESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA SÉRGIO AROUCA - FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL - DIRETRIZES PARA O ENSINO (MAPA ESTRATÉGICO) REESTRUTURAÇÃO DO ENSINO SUS Formar quadros voltados para necessidades/prioridades do SUS Desenvolver competências analíticas e críticas em Saúde Coletiva Desenvolver o SUS em nível local PARCEIROS INSTITUCIONAIS Definir política de oferta e fluxos de cooperação para formação Fortalecer o trabalho em rede em parceria com as Escolas e Centros Formadores em Saúde ALUNOS Desenvolver programas formativos “centrados no aluno” e voltados para o processo de trabalho em saúde Excelência em práticas pedagógicas Implantar política de apoio a estudantes PROGRAMAS DE FORMAÇÃO PARA A PESQUISA Reestruturar currículos com horizonte formativo de seis anos Revisão e alinhamento de Áreas de Concentração, linhas e grupos de pesquisa (e Programas!) PROGRAMAS DE MESTRADO PROFISSIONAL Consolidar programas com oferta regular, com base em Áreas de Prática, em consonância com linhas e grupos de pesquisa PROGRAMAS DE FORMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Estruturação da oferta em Áreas de Prática e Programas Formativos, em consonânia com linhas e grupos de pesquisa Aperfeiçoar fluxos internos EXTENSÃO Integrar processos de formação em serviço com intensificação de ações territorializadas Ampliar oportunidades de estágio em diferentes territórios, com colaborações intersetoriais e interinstitucionais TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS Aperfeiçoar Plataformas de Ensino Estruturar setor de desenvolvimento de material didático Desenvolver pesquisa em práticas educacionais DESENVOLVIMENTO E FORMAÇÃO DOCENTE Política de incentivo à reinserção docente Desenvolver parcerias com instituições de excelência em áreas estratégicas Ofertar formação pedagógica AVALIAÇÃO Desenvolver política e prática de avaliação Implementar avaliação de curso e egressos para todos os níveis de formação GESTÃO DO ENSINO Aperfeiçoar sistemática de monitoramento e avaliação Implantar acompanhamento de projetos Desenvolver área para apoio ao planejamento, execução e prestação de contas APOIO AO ENSINO Fortalacer os serviços de Biblioteca – Projeto Normalização Aperfeiçoar os serviços de apoio aos cursos Novo Sistema de Gestão Acadêmica Secretaria Acadêmica “integrada”
58 Desafios Fazer valer o esforço de integração iniciado com a construção do regimento No desenvolvimento do Lato Sensu – contar com participação mais ativa dos coordenadores de curso e da Escola como um todo Na construção da área de Desenvolvimento Educacional – diferenciar-se do que é a trajetória EAD, sem perder o que é acúmulo na construção de cursos nessa modalidade Na capilarização do debate do Stricto Sensu na Escola – garantir o espaço de atuação dos docentes e aprofundar o entendimento da missão de cada Programa Na interação e parceria com a Cooperação (VDEGS) – estabelecer novos projetos e desenvolver juntamente as ações com as áreas interessadas